Muito bem, a partir de agora nós falamos aqui direto do Hotel Transamérica, na ilha
de Comandatuba, na cidade de Una, na Bahia, para acompanharmos com vocês os principais
lances da 17ª edição da Convenção ABF do Franchising, o principal evento do
segmento e que reúne aqui durante quatro dias mais de 700 dos principais
nomes da indústria da franquia brasileira, se liguem aí que vocês vão gostar!
Começamos então nosso passeio e com ele não poderia ser diferente, Altino
Cristofolete Junior, presidente da Associação Brasileira de Franchising, um
amigo que hoje recebe todos, quando eu falo todos é a mim e aos mais de 700
franqueados de todo o Brasil, o que existe de mais importante na indústria da
franqueira brasileira está aqui hoje. Exatamente, hoje a gente está celebrando
30 anos da ABF, Associação Brasileira de Franchise e nós estamos celebrando na
convenção, é a 17ª convenção, hoje nós estamos aqui com 700 pessoas que
representam o franchise, são franqueadores, são franqueados, são fornecedores do
sistema e nós estamos muito alegres porque é um recorde de público, é um recorde de
público e mais que isso, a ABF hoje ela efetivamente é aguardiando o sistema
aqui no Brasil e ela é referência não só no Brasil, no mundo ao longo desses 30
anos, a ABF conseguiu se desenvolver muito, hoje é a segunda maior entidade do
mundo, temos de estrutura em termos de associados. Passam alguns números para o
pessoal, posso lá ter uma noção do que envolve em trabalhadores envolvidos com
isso, em dinheiro que se movimenta também, então hoje no Franchise e Brasileira nós
temos mais de 3 mil marcas, a grande maioria é associada a ABF, o que
representa o grande volume de faturamento, hoje o franchise em
Brasileiro fatura cerca de 150 bilhões de reais, mesmo num ambiente
econômico tão desfavorável, emprega mais de 1 milhão e 200 mil
pessoas diretamente nos mais de 140 mil pontos de venda assistentes no Brasil,
fora os indiretos, fora os indiretos, o Brasil tem 5.500 municípios, a metade
dos municípios brasileiros tem uma marca de franchise lá presente,
como apresentar a ABF você já passou alguns números de franqueados, enfim, mas
ela é uma entidade com 100 fins lucrativos, esse é o ponto de partida,
exatamente, mas é uma entidade que tem governança, ela tem um conselho de
associados que é formado por ex-presidentes, ela tem muita
envolvimento dos associados, tem uma diretoria que são mais de 10 membros
muito participativos, 10 comitês, enfim, nós temos um conjunto de profissionais
contratados na entidade que são mais de 30 pessoas, tudo isso pra trabalhar com
pesquisas, pra gente ter números dentro desse mercado, trabalhar com as leis que
envolvem o sistema de franchise, e o franchise é uma coisa interessante, porque
é um sistema que perspassa todos os seguimentos da economia, então você tem
educação, você tem alimentação, meio ambiente, saúde, beleza,
consumo civil, enfim, e pra que a entidade esteja estruturada em todos esses
setores e promova eventos, participes de feiras, é importante que os seus
associados estejam presentes, e é isso que fez a entidade ser o que ela é hoje.
E é por isso que no momento como esse, no encontro, uma convenção como essa, um dos
motivos dos assuntos principais é a divulgação do futuro, o que está sendo
construído para que ela possa permanecer com esse ritmo de crescimento para o
futuro, é isso que foi apresentado aqui hoje. Exatamente, nós estamos vivendo um
mundo de profunda transformação, e isso impacta nas nossas vidas pessoais,
impacta nos negócios, impacta no franchise. Então, nós estamos trabalhando nas
competências necessárias que a entidade tem que ter, para que ela consiga ser
protagonista nos próximos 10, 20, 30 anos, e consiga, através das suas redes,
as suas marcas, o franchise, fazer com que o empreendedorismo do Brasil
evolua, que as redes cresçam cada vez mais, e mais gente seja envolvido no
sistema e seja empregada. Para quem não os assiste lá e quer começar, está
interessado até, ou por necessidade, ou por interesse também, quer passar a
empreender. Através das franquias você minimiza muito o risco, principalmente no
momento como esse. Mas qual é o principal caminho é procurar a BF, porque você vai
ver a lista daquelas empresas credenciadas, enfim, tem tudo isso que faz parte do
trabalho de vocês. Perfeito, a BF tem um portal, o portal do franchise, você vai ter
acesso a todas as marcas que são associadas da BF. A BF tem um selo de
excelência, que as marcas que participam são chanceladas em relação à
avaliação dos franqueados em relação à marca. É uma garantia de qualidade.
Perfeitamente. E a BF tem vários cursos, desde o
entendendo franchise, até aquele que quer, na verdade, ser um franqueador, que ele
possa também se aperfeiçoar. Agora, se você quer realmente entrar no mundo do
franchise, pesquise, aprofunde, é uma decisão que tem que ser racional, né?
Nós temos também uma oportunidade muito interessante, que é a feira da BF, ela
acontece uma vez por ano em junho gigante, né? Ela é uma das maiores tiras do
mundo, né? Então, são oportunidades que você, empreendedor, que entrar no
mundo do franchise, possa ter contato com esse sistema. E, uma vez decidido, a
decisão tem que ser não por aquilo que está sendo, está dando dinheiro, que é
moda, tem que ser por aquilo que você tem afinidade.
Isso tem que ser o norteador da sua escolha. Porque, não basta falar que
você está no franchise, todos os negócios têm risco. Agora, se você fizer
alguma coisa que realmente você tem paixão, você gosta, com certeza, se
esse trabalho vai ser frutifico e você vai ter sucesso.
Entendeu aí, não. É por isso que todos estão reunidos aqui hoje.
Altino, Cristófolete Juno. Obrigado.
Obrigado mais uma vez. E parabéns pelo trabalho do seu, da região, promovendo o
desenvolvimento da região do empreendedorismo. Parabéns.
Vamos à luta em frente. Vamos lá, sempre. Obrigado.
Décima-sétima, Convenção da BF.
Olha quem eu trouxe, Alcione Albanezzi. Olha como está linda. E por que que eu
trouxe? Porque ela mais tem uma história de vida ligada ao empreendedorismo, que é
um exemplo para todos. Eu queria que ela contasse um pouco dessa história para
depois explicarmos o que ela está fazendo aqui. Começou com 17 anos esse ano.
Com 17 anos, eu tive a minha primeira, meu primeiro trabalho. Com 17 anos, eu já era uma
empreendedora. Já tinha esse espírito. Já tinha esse espírito. Criei a minha
confecção. Uma confecção. Uma confecção. Já empregando gente. Já empregando 80
funcionários, então aos 17 anos, eu tinha 17 funcionários com a minha
confecção. É legal porque é a realidade de muitos dos
empreendedores que estão aqui, né? Sim, muitos deles teve um começo muito cedo e
teve um sucesso, uma prosperidade, né? E a partir daí, conto o resto, onde foi parar
esse empreendedorismo. Esse empreendedorismo foi parar numa compra de uma loja
na Santo Figênia, num meio totalmente machismo. Num meio de um monte de loja. Sim,
todos homens, né? Então, imagina que eu tive também que enfrentar. Era uma outra
realidade, né? Sim, uma outra realidade, todo machismo. E eu fiz a minha viagem para
China em 92, onde eu trouxe as primeiras lâmpadas econômicas para o nosso
país. Foi quando você teve essa visão de que o futuro estava lá. Nessas lâmpadas.
Sim, eu tive a visão de que a lâmpada incandescente, ela seria
substituída pelas lâmpadas econômicas. Aí ela pegou, fez a malinha dela, foi para
a China. Aliás, já foram quantas vezes? Desde então. Seventa e uma vezes. E voltou
com contêiner de lâmpadas? Voltei com contêiner e iniciei então a minha
empresa de lâmpadas, FLC. E essa empresa se tornou líder de mercado com 35% de
market share, com muito sucesso, uma empresa próspera, mas de repente eu
tomei uma decisão na minha vida. Por que ela chegou a um determinado momento em
que ela vendeu 80% da empresa? Eu vendi 80% da minha empresa para poder cuidar
full time do meu projeto social. Por que ela com 80% da empresa vendida? Ela podia
ficar em casa dormindo tranquilamente. Mas... Eu já vendi pelo meu projeto, porque eu
queria cuidar... Esse foi o motivo. Esse foi o motivo. Que o Amigos do Bem. O Amigos do
Bem. Que eu fundei em 93, só que nós éramos um papai Noel durante 10 anos e
depois de 10 anos nós começamos a desenvolver... Eu só queria corpo. Corpo, projetos
autossustentáveis, projetos de educação, de infraestrutura, de moradia, de
trabalho... O sertão nordestino. O sertão nordestino. Nós hoje, nós começamos em 93,
desenvolvendo trabalhos. Hoje, depois de 10 anos, nós nos tornamos grandes e o
trabalho foi crescendo cada vez mais e eu, então, tomei essa decisão difícil, porque
eu queria cuidar de gente que vivem, infelizmente, sem oportunidades. E no outro
Brasil que pouca gente conhece. Aliás, ela tem uma parceria com a ABF em que
vários dos franqueados aqui, franqueadores, enfim, participam com você dessa ação.
É, é uma parceria que começou em 2016 e assim para nós é uma grande
oportunidade, que nós estamos tendo parceiros que estão desenvolvendo o
trabalho no sertão, fazendo a campanha dentro dos pontos de venda, do varejo,
então, para os amigos do bem. Cada um dentro da sua realidade. Cada um dentro da sua
realidade, para os amigos do bem. Essa parceria com a ABF tem sido para nós uma
grande oportunidade de ajudar ainda mais pessoas. Então, para você que reconhecia
um pouco mais desse trabalho dos amigos do bem, tem um site que a pessoa pode obter
mais informações. AmigosdoBem.org, está lá nosso trabalho. São 60 mil pessoas que
nós atendemos no sertão, são quatro cidades, são dez mil crianças nos
centros de transformação, crianças que vivem em casas de barro, sem água, é uma
grande miséria, infelizmente. E a gente quer um país um pouco mais igual, porque
nós vivemos numa desigualdade. É a única solução. Numa desigualdade
gritante. E nós temos que fazer a nossa parte. É assim, o nosso lema. Se não posso
fazer tudo o que devo, devão menos fazer tudo o que posso. Estamos fazendo o que a
gente pode. O endereço está aí, passa lá que você vai ajudar.
Fechando então o nosso primeiro bloco, aqui direto da Ilha de Comandatuba na Bahia,
estão acompanhando com a gente a 17ª edição da Convenção ABF do
Franchise, que aqui nós temos reunidos grandes nomes da franquia, mas eu tento
buscar aqui para vocês algumas histórias de sucesso, obviamente, mas histórias de
vida. E o Eloi da Ávila, que está aqui, é uma da Fly Tour, que é uma das principais
agências de viagem do Brasil. Como é que tudo começou, Eloi? As pessoas não têm
muita noção aonde a pessoa lá debaixo pode chegar. Bom, eu sou oriundo de
São Paulo. Déstimo quinto filho de uma família muito pobre. Déstimo quinto.
Déstimo quarto, perdão, de uma família de 15. E minha mãe, faleceu, tinha um ano
e nove meses, então não conheci muito bem, meu pai me deu a uma irmã. Eu fugi da
casa dela aos oito anos e meio, do Rio Grande do Sul, vim parar em São Paulo.
São Paulo eu fiquei um bom tempo aqui e fui para o Rio. Com quantos anos? Com 9 anos,
eu fiquei aqui até os 12 anos e meio em São Paulo. E depois fui moleque de rua,
fui preso para o juizado três vezes. Mas tive a oportunidade de ir para uma casa de
família aqui em São Paulo, nos quais eles eram... Lá em São Paulo, né? Lá em São Paulo.
Aonde eles eram adventistas, isso me ajudou muito na vida. De lá eu fui para o Rio.
Deu um norte, né? Deu um norte. Aos 12 anos e meio eu fui para o Rio. E eu
certamente fui para o Rio, porque eu pensei que eu queria conhecer praia, eu
não conhecia, e ter outra oportunidade. Lá eu lavei carro e guardei carro em
frente o Copacabana Pálagos. Aí eu conheci um guia turístico...
Aí tem tudo que é de boi de ruim, né? Sempre viagem, sempre viagem. E a vida é uma
viagem. E aí quando eu cheguei, eu conheci um guia turístico que me apresentou
para Vovoa Estela, a dona da Estela Barros. A famosa Vovoa Estela. Aí eu fui
ópsice boy da famosa Vovoa Estela, uma mulher maravilhosa. Você tem uma ideia? Eu
não tinha os dois dentes da frente, porque eu levei um soco na boca de um
padeiro, porque eu chamei ele de alguma coisa que não deveria ter chamado. E ela
me deu toda a oportunidade. Eu tratei meus dentes na Universidade Federal do Rio
de Janeiro, de onotologia. Ela me ensinou a falar o português, porque eu falava
carça, carção, sorvado. Eu nunca fui na escola, eu não voltei mais à escola.
Apesar de ter 5.500 crachas em casa hoje, eu não fui à escola. De dar palestra nos
brasileiros. Mas a ideia toda é que aí eu entrei na atividade, na indústria do
turismo, que ainda não nasceu, ainda é embriar. E eu fiquei com a Vovoa Estela até
os 17 anos, vim para São Paulo, entrei na obra deste turismo e depois entrei na
Linhas Eras Paraguaias, que tinha um lema muito bacana. Sale quando sale, liga
quando liga. Eu não sabia quando chegava e quando... Para tudo, não explica nada.
E tive a oportunidade, então, depois de se mandar embora 3 vezes, e aí é a dignidade,
porque o emprego, infelizmente, é a dignidade nossa. Eu fiquei muito mal, já
estava casado, já tinha dois filhos e falei, basta, eu vou aventurar. Aquela época
não era empreender, era aventurar. E eu... Ferendo a loucura. Ferendo a loucura. Eu
fui empreender dentro de um hotel, São Rafael, na São João, eles tinham uma
agência de viagem, eles me emprestaram uma mesa para me empreender. Hoje eu dou
4 mil empregos, então, essa história toda, ela vem desse negócio de vencer, de
sobreviver. E aí é que eu digo que nós brasileiros ainda não passamos fome,
ninguém invadiu este país, e nós não damos valor ao nosso país, ou não damos
valor à nossa vida, ou aquilo que a gente acha que vai vencer. Não, vai, faz, porque
só aquele que faz sabe. Se você não fizer, você não sabe. Então, eu fiz, eu
consegui, eu me casei muito cedo, eu sempre falo que eu fui violentado aos 20
anos. Me casei muito cedo, tenho quatro filhos maravilhosos, um hoje é o
presidente da empresa, e ela gerou empregos, isso é muito importante, ela
gerou também um nome muito forte no mercado, nós temos uma... não é uma
obediência, mas sim uma disciplina em serviço. Nós gostamos de servir, isso é
fundamental. A gente é difícil, não é fácil. Então, mas nós fizemos uma feira lá em
Campinas agora, apareceram 44... 50 mil pessoas, nós vendemos 24 mil pacotes,
isso é um índice muito maior do que internet, muito maior do que qualquer
outro índice. É o corpo a corpo. É o corpo a corpo. Serviço, serviço por incrível
aparência, não é um alto atendimento ou uma consulta médica, ele é uma consulta
médica, você vai sentar com alguém que realmente vai te dar um bom exemplo de
viagem, e isso é muito bom. Então, eu acho que esses anos todos, eu passei todos os
planos econômicos, todos os governos militar, tudo na minha vida sobrevivendo, eu
acho que hoje eu falei estado de guerra, quando é que uma empresa está em estado de
guerra? Basta ver um plano econômico, um governo louco. Você não sabia o que vai acontecer, né?
E você precisa se reinventar, eu acho que eu sobrevivi, me reinventando com uma
equipe muito boa, eu nunca fiz nada sozinha, eu sempre falo que uma estrela não brilha
sozinha, eu nunca fiz nada sozinha, eu ainda tenho um problema de ponto vírgula
SN, eu confundo M com N e eu tenho gente que me ajuda, isso é muito importante.
Talvez eu seja um cara que gosta de inovação, que gosta do risco e na vida
pra você crescer, você precisa arriscar, se você não arriscar, você não tem
chance de crescer. Tá bom pra você ou não? Eloi d'Avila!
Começamos então o nosso segundo bloco aqui, direto da Ilha de Comandantuba, estou acompanhando
com a gente a 17ª edição da Convenção ABF do Franchising e não poderia faltar o
tubarão, olha quem eu trouxe, Caíto Maia, grande comandante da Tilly Beans, que é hoje
a maior marca de óculos, acessórios da América Latina, olha o que virou.
Todo dia acontece umas coisas que eu nunca ia na minha vida imaginar, mas a ideia é
essa, virou e agora a gente quer o mundo, agora não tem limites, claro que não, Marte,
Júpiter, vamos embora. Vamos aproveitar e contar a história porque
a gente fala com um público muito diverso, de como tudo começou, você nem imaginava
que o final ia ser esse, né? Mas não é nem o final, né, porque eu começo...
Você começa todo dia. Não, a minha sensação que eu tenho é que eu não estou nem no meio,
eu estou nos 37 do primeiro tempo, essa sensação que tem porque é um corpo humano muito vivo,
muito mutante, que ele fica vendo um monte de coisas interessantes acontecer, acompanhando
e aberto para o mercado, a gente não tem radical, sabe? Então a gente vai mexendo,
mas o fato é que eu estou muito feliz que aconteceu, mas eu não decidi nem pro vestiário
ainda, nem acabou o primeiro tempo. Por que ele foi para os Estados Unidos?
Querendo ser roqueiro, querendo tocar. A minha faculdade, a minha formação acadêmica
é de música, eu fiz faculdade nos Estados Unidos de música, essa é a minha única formação
acadêmica que eu tenho, mas eu costumo falar que a Tilly Beans e música é a mesma coisa
porque ela tem, inclusive o nosso principal pilar de investimento é música, antes de moda.
Então, são coisas que vão acontecendo que tem tudo a ver com a gente, que é uma delícia
que é coisa e da música virou no óculos, mas os mesmos falam a mesma língua.
Virou uma empresa desse tamanho. É legal você ver um evento da BF, que recebe empreendedores,
todo mundo buscando conhecimento num momento em que conhecimento é o grande segredo da
grande ferramenta. A grande preocupação é o que fazer com tanta informação, porque
quando você tem muito, quando você tem pouco, até você seleciona a tua vida um pouco mais.
Eu tenho um pouco de preocupação hoje com a chuva de informação que tem hoje no mercado,
porque o excesso de informação pode desfocar e eu acho que o foco é o segredo do negócio.
Então isso é bom e ruim. E como é que está sendo a experiência na TV?
Porque você tem o Shark Tank Brasil, que recebe os empreendedores, as startups, enfim,
e que foi feito uma coisa parecida, um modelo parecido.
A gente acabou de fazer um Shark Tankzinho ao vivo aqui, foi legal, foi divertido.
É assim, para mim a coisa mais legal do mundo são duas coisas que está a minha experiência
no Shark Tank. Primeiro é o serviço que a gente está prestando para o país, porque
isso é muito especial. Então, por exemplo, está acontecendo direto assim. Nunca fui
tão acediado, o programa Shark Tank é o programa de maior audiência de 21 a 35 do cabo brasileiro.
Olha que interessante.
Olha o nível do conteúdo, hein?
Muito legal, cara. Muito legal. Então olha só que interessante. Primeiro é o serviço
que a gente está falando para isso. O que eu recebo de ideia, eu falei, cara, nunca
tinha pensado como falar, né? Essas perguntas que vocês fazem, eu sei que estão me ajudando.
Perguntas práticas?
Sim.
Estão me ajudando para montar o meu negócio. Para mim isso é um grande orgulho de poder
ajudar dentro das minhas humildes possibilidades, mas eu estou podendo ajudar as pessoas, que
é muito especial, que é muito legal. E a segunda coisa para mim que está acontecendo,
que está sendo muito especial, é assim, estou com 50, vou fazer com 50 anos que vem. A
geração lá é completamente diferente da minha. E para mim, como empresário, ver
como eles estão pensando, é genial. Eles pensam completamente diferente do que eu pensava.
E para mim, eu costumo falar que eu entrava pela porta direita, eles entraram pela porta
esquerda. Então, para mim está me trazendo uma... Nossa, cara, porque eles... De novo,
as preocupações são completamente diferentes. O pensamento, o formato inicial do negócio
é completamente diferente. Isso, para mim, é genial. O que está me oxigenando na minha
vida, você não tem ideia.
Eles fazem mais para você do que você para eles muitas vezes.
É? É? É muito especial. Para mim, está sendo um genial.
Caíto, Maia, parabéns, bom trabalho.
Eu vou agora fazer a mesma coisa que você, vou colocar uma roupinha mais confortável,
porque eu estou aqui com essa roupa preta na praia.
Acabou sua participação.
Já, estou parecendo um curvo na praia.
Caíto, Maia. Olha o que eu encontrei. Ivan, use-me, das antigas.
É, estivemos com ele no outro evento da BF, reencontramos agora, mas é para um bom
motivo, porque o Cebrae, São Paulo, ao qual o Ivan é diretor técnico, fez uma parceria
muito legal com a BF. Primeiro, um sito pessoal do trabalho do Cebrae, que é maravilhoso,
para micro e pequenas empresas, onde tudo começa, é onde gera, né?
Verdade, o Cebrae tem um papel social muito importante, né? De levar conhecimento para
quem ainda não é empreendedor e quer ser, ou para aquele que já é empreendedor e quer
melhorar a gestão do seu negócio. Essa parceria Cebrae com empreendedor tem tudo a ver.
E vocês dão uma parceria, uma assessoria desde o início, formando, na verdade?
Verdade, esse ponto é muito importante que você tocou. Quando você vai começar um
negócio, o ponto mais importante dele é o planejamento, é você conseguir estabelecer
um plano para esse negócio.
Às vezes as pessoas não dão valor para esse momento, né?
É, acha que é bom, eu conheço, sei lá, fazer bolo. Então eu vou começar a empreender
e vender bolo. Não, não é só isso.
Eu acho que você está boa, acho que é suficiente.
Não é só isso. Você tem uma gestão muito importante na área administrativa, financeira,
de marketing, DRH. E se você não fizer um bom planejamento para isso, a chance de
você ter risco, problemas de riscos é muito grande. Então, o Cebrae entra nesse momento
para ajudar a acessorar.
E entra nesse início, mas pode acompanhar depois, durante o processo também, né?
Sem dúvida, é muito importante. A gente monitora isso, né? Todo bom projeto, ele
tem metas e indicadores. E a gente vai acompanhando isso, né?
É lógico que depende um pouco do empreendedor, esse comportamento empreendedor, das pessoas
lutarem por aquilo, mas o Cebrae dá ferramentas e faz boas parcerias para que a gente possa
melhorar isso.
E hoje, então, como vocês estão vendo nas imagens aí, foi assinado, então, uma parceria
com a BF. A BF tem um formato muito vencedor, né?
Verdade, esse formato é um dos melhores caminhos para que o empreendedor corra menor risco.
Ele é bem formatado, ele tem um acompanhamento, é, resultado do que está aí. Hoje, a franquia
cresce muito, são mais de 12 milhões de pessoas envolvidas e empregadas nesse segmento.
O que sofre menos com a crise, né?
Sem dúvida. E com crise, eles estão crescendo, né? Então, essa junção do conhecimento de
ingestão do Cebrae e esse conhecimento técnico da BF vai ajudar muitos empreendedores,
que querem começar ou que já estão no mundo do empreendedor e podem ter acessoria do
Cebrae.
É só procurar, tem um site de vocês que eu acho que é o primeiro caminho, né?
Tem, tem o site e tem o 0800.
O site é cebrae-são-paulo.com.br ou 0800-570-0800.
Olha só, Carla Renata Sarney. Se eu falar sorridente, todo mundo conhece.
Que coisa.
Olha, a sorridente surgiu em 1995. Eu sou de uma cidade do interior de São Paulo, uma
cidade pequenininha de 30 mil habitantes. Estudei para ser dentista vendendo água na
porta da faculdade, meu pai é motorista de ônibus em Ribeirão Preto.
Você estudou para ser dentista?
Estudei para ser dentista em Alfenas Minas Gerais. Quando eu formei, eu não voltei para
casa dos meus pais, mudei para São Paulo, fui morar na casa de um tio meu de favor e
comecei a procurar emprego. Arrumei meu primeiro emprego, não deu certo. Arrumei meu segundo
emprego, não deu certo, mas no terceiro emprego, o dono do constório não era dentista. E
ele me entregou o constório e eu comecei a fazer a odontologia que eu havia sonhado.
Tratando mesmo.
Tratando mesmo, odontologia com qualidade, com preço justo, com forma de pagamento
facilitar, e isso fez um baita diferencial. Porque as pessoas queriam tratar, mas às
vezes o que elas precisavam era pagarem mais vezes.
Isso foi quando, quando começou?
Isso em 1995, aí deu tão certo, tão certo que eu comprei o constório que eu trabalhava.
Parcelei em 12 vezes para pagar, passei a atender de domingo também, para não atrasar a parcela.
E aí passaram 3 anos, eu resolvi construir a primeira sede das sorridentes. E aí nós
construímos... Desculpa, e desde o começo já tinha esse nome?
Desde o começo já tinha esse nome. E o que tinha, até para as pessoas entenderam, que
tinha em 1995 era dentista para rico e dentista para pobre. Os dentistas para rico eram em
clínicas lindas, bem equipadas, e os dentistas para pobre aquelas clínicas feias, cheias
de mofo. E aí o que que eu fiz? Eu fui no banco, peguei um empréstimo e construí uma
dentista para rico, mas para a classe ser usada, com preço justo.
Aqui eu tenho explorado aqui, nessa conversão da BF, histórias de vida, histórias de sucesso,
claro, que tinha sempre importante e inspirador. Qual o tamanho de as sorridentes hoje?
Olha, hoje a sorridente tem 240 unidades no Brasil, 4 milhões e 800 mil pacientes, né,
nós estamos aí localizados só na Grande São Paulo, você tem uma ideia, nós temos 162
unidades, estamos crescendo, este ano vamos abrir mais 24 unidades novas e eu acho que
o maior presente que nós podemos ganhar, o maior reconhecimento que nós podemos ganhar
são esses nossos pacientes que o indicam o outro, indicam o outro e com isso entram
nas nossas clínicas uma média de 50 mil novas pacientes todos os meses.
Tá bom pra você aí, não?
Fechando então o nosso passeio aqui direto da Ilha de Comandatuba, estão acompanhando
com a gente então a 17ª edição da Convenção ABF do Franchise, passamos durante 4 dias
conversando com pessoas muito legais, com histórias de vida importantes e são inspiradores
para todos e que vocês acompanharam conosco, não poderia faltar, Expedito Arena, já
um amigo de muitos anos, enfim, quem acompanha nosso programa na CBN já o conhece, pelo menos
a voz sabe das dicas todas, porque ele é o grande comandante da Casa do Construtor
que começou também despretentiosamente perto do que virou, né?
Certo, era uma casa do construtor, ela é fruto de um sonho meu e do autino crissofolético,
meu parceiro, engenheiro, nós tínhamos a ideia de montar um depósito de material de
condição e locação de equipamentos e depois a gente viu que a locação era uma coisa
que tinha mais a ver com a gente, a gente tinha mais campo e o Brasil, isso nós vamos
fazer 25 anos agora, ano que vem, então a gente viu que era um mercado que a gente tinha
mais chance de caminhar nisso, porque o Brasil até então não tinha nenhuma empresa dedicada
a alocar equipamentos para pequenas obras, para as pessoas comuns, então esse foi o
nosso foco, nós quisermos ser um facilitador da locação de equipamentos no Brasil e um
divulgador do conceito de locar, em vez de comprar você aluga, que hoje está muito
na moda que é a questão do compartilhamento, então a gente pode dizer que a gente foi
um pouco precursor dessa ideia do compartilhamento, você não precisa de um compactador o ano
inteiro, você precisa de um mês, 15 dias, então você aluga, você não precisa de uma
betoneira o ano inteiro, você precisa de um dia, dois, um mês, um período X, um período
X você aluga e é óbvio que fica mais barato, você não precisa aguardar esse produto,
não tem preocupação com a manutenção, não tem que investir em um capital alto,
quando você investe...
Para poder usar também facilita que tem um treinamento, você facilita, você tem sempre
um produto bem cuidado, porque o produto é revisado pelos mecânicos da empresa, então
vamos dizer assim, é tudo de bom, né?
É tudo de bom.
E começou lá em Rio Claro, dessa forma despetenciosa, mas hoje, hoje, hoje, quantas unidades
do Brasil?
São 260 lojas hoje, são franqueadas, então nós estamos no Brasil inteiro, só não
temos uma Mapai no Acre, então vamos dizer assim...
Mas vamos resolver isso.
Nós estamos em busca de parceiros aí, eu sei que seu programa é visto também pela
internet, vai longe, vai longe, vai longe, aí quem sabe a gente também abre um nosso
ponto lá no Mapai no Acre, né?
Ah, vamos conseguir, vamos conseguir.
E eu estava vendo alguns números, principalmente da Casa do Construtor, que mostram que nos
últimos três meses foram recordes de faturamento.
A crise está aí, apresentada a todos, mas a Casa do Construtor, depois de muito que
se plantou, está colhendo os frutos.
É, na verdade, isso é um assunto assim que a gente vem fazendo um trabalho de reestruturação
de marca, de marco, desde 2010 a gente vem fazendo um trabalho muito forte, e você sabe,
ninguém cole aquilo que não plantou, então a gente vem fazendo esse trabalho muito sério,
e nos últimos três meses a gente tem colhido isso de que forma.
A gente percebeu que a gente tem atingido um número maior de contratos e mesmo com
tick de médio menor, a gente conseguiu um aumento de faturamento, não, não era dois
dígidos como nós estávamos acostumados, mas numa época de vaca maraga, como a gente
está vivendo hoje, qualquer faturamento positivo já é muito importante, né?
Quando o nosso mercado, os nossos pares de mercado foram para trás 50, 60, até 70%
para trás, nós mantivemos o nosso faturamento e ainda com um pouquinho de crescimento, então
nós estamos super felizes esse ano.
É legal porque você tem um volume maior de pessoas conhecendo o trabalho de vocês,
tem isso, né?
Isso, que é um pouco do nosso propósito inicial, que era, vamos dizer, disseminar o conceito
da locação, pra quê que eu preciso comprar uma escada, você não tem coisa mais inconveniente
do que uma escada, tá chovendo, você tá com a calha entupida, poxone que você vai arranjar
uma escada, né?
Pô, você liga, aluga uma escada, resolve o seu problema e em seguida você quer se
livrar daquela escada, porque é um trambôlio que você vai guardar onde, né?
Então esse é o nosso serviço, é ser um facilitador, é resolver o seu problema e vamos dizer assim,
deixar você feliz.
Esse é o conceito da locação, né?
Quer saber mais sobre a casa do construtor ou acha que tá importante?
www.casadoconstrutor.com.br.
Fácil.
Fácil.
Nós estamos lá, nós estamos assim, canais, tem uns 0,800 que você pode ligar, então
é muito fácil, né?
Se tiver dúvida, a casa do constor tem um viés muito voltada também, a questão da
segurança do trabalho, a gente promove palestras e isso é muito importante, se você tem dúvida
de como utilizar um equipamento.
Formar os profissionais, né?
Formar profissionais, nós temos vídeos educativos de como você utiliza um compactador, uma
betoneira, quais os cuidados que você tem que ter em cada um desses equipamentos, nós
temos uma universidade hoje que ela é a única universidade corporativa na formação de profissionais
para o mercado.
Então todo franqueado da casa do constor, antes de iniciar o trabalho, né?
Ele passa por um treinamento, ele recebe um treinamento para dar um atendimento nota
10 para o cliente final.
E se um dia você for na casa do constor e não tiver contente com o atendimento, entra
também no site e bota lá a sua reclamação que a gente vai tentar resolver.
Os nossos franqueados, os nossos colaboradores são treinados para dar o melhor de si em cada
locação.
E aí se não der.
E aí se não der.
Momentos finais aqui direto da Bahia, espetito arena, boa sorte.
Aliás, você que quer empreender, enfim, aí uma dica legal, hein?
Momentos finais.
E aí se você for na casa do constor e não tiver contente com o cliente final, né?
E aí se você for na casa do constor e não tiver contente com o cliente final, né?
