depósito.
O vídeo tem, o vosso tem.
Eu sei que há os meus.
Mas que os que não têm, não têm.
Mas eu sei que há os meus diretões.
Eu sei que há os meus diretões.
Você está descomputiado para dançar, não.
O quê?
Você não tem suografia também, não?
Você está dançando danças.
Você não tem danço de suografia.
Você está dançando danças.
Você não quer falsificação italiana.
Você está dançando danças italianas.
Para todas as idades.
Não tem.
Os eáticos é toda uma questão que
tem que começar.
O que comecei primeiro para percebermos
o que é que é um autor, não é?
Mas o que é que é o direito de um autor, não é?
Sobre uma obra e que obra que é
sobre um texto, sobre uma movimentação incênera,
sobre uma imagem que, se calhar,
não é toda participada por ele.
Porque tem imagem, no caso da fotografia,
que não se gostou tanto, mas que é uma imagem
e que já lá estava, quando é, por exemplo,
aquela paisagem, então, de um entrato de direitos,
ou quando é uma cara de uma pessoa
que sequer é nem sequer se falado por aquilo,
que seja toda uma questão que se começaram
de dissecar o que é que é um autor,
o que é que é um trabalho de um autor,
que leita para um cara infinito,
é, por exemplo, uma obra que eu prefiro
ser mais copiléptico e partir do
presuposto de que há uma série de...
que aqui não há uma pergunta,
uma questão ocupante para mostrar uma opção a ela.
Acho que há duas questões que se misturam
e, por ser que eu tenho me negado,
porque as duas questões que são, têm que ser separadas.
A primeira é, e está na raiz disso,
é o que é que é um autor e o que é que se paga
um breto de autor.
Eu começo uma criatura arcaica
e faço muitos testes, etc.
Tenho sempre um autor àquilo que se definida,
é o que escreveu.
E isso para mim é muito claro,
que eu não devia ter me ajudado mais informalmente,
embora eu possa ser um segundo notor
e o primeiro à cabeça, porque aquilo que vale
para o palco é meu e não para o que é que escreveu,
mas eu penso.
Eu sei usar temas clássicos que não dominam
e não sejam dímidos, pronto,
desta questão dos direitos do autor,
então comecei a sempre usar temas
e a me assinar e adaptando.
E é o certo de fazer, enfim, o seu trabalho que eu fiz,
que tenho feito.
Percebente que essa é a preocupação.
Percebente que não queria estar confrontando
com esses problemas,
nem queria estar aprendendo tempo
em perceber ou com riscos.
E agora eu percebo de fazer uma definição,
um trabalho que temos há de sempre
e de fazer nova positiva,
e da própria opção.
Como se estivesse querido que tivesse problemas,
mas agora há quem que possa também pegar
a aliança, quem possa distorcer-los completamente.
E essa é a preocupação que eu tenho agora.
O que é que eu posso fazer?
O que fará que nos podemos unir
para que todas sejam cada vez mais fechadas,
porque também há essa tendência?
Que é um artista roda,
como artista copia.
Então as questões do tipo,
ser mal-backed,
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser...
ser.
As questões de todos os veículos
FRALA INTERNACIONAL
voltam aoatte de visual
mais bekanntamente,
foi o전에 da buda
direitos, sim, porque tu enquanto artista podes não querer que essa tua obra seja
utilizada em grandes corporações, estou a lembrar nisto, parte mais precisamente na música,
ter todos os direitos de não querer ser associado a uma mar, mas em termos artísticos.
Então, coisa é acho que não, quem, quer dizer, o que é que se cria de novo?
É a diferença da questão da plaga, porque os direitos da autora,
individualmente, vão dar a esta situação de plagias, ou não, o que é que nós plagiamos
inconscientemente, que é que nós plagiamos para muita coisa que plagiamos sem saber,
a muita coisa que copiamos sem ter visto, há outra situação que é o copy e peço total,
nós todos fazemos textos de outras pessoas, se nós a gente faz em tinta, a gente faz
mesmo em tinta, portanto a questão do plano se coloca, se se coloca na cena do copy e
peço, e ele diz que foi um bocadinho ou foi, até até, o que tem que fazer, e sabe-se
de copiar naquilo, porque o Daniel agora dizia, porque o Daniel disse que trabalha
com algo, que é o que é isso, levando-se, levando-se por questões temporais, mas ao
mesmo tempo, a partir do momento em que ele o faz, em que a Daniela reproduzir, é um
discorpo a outra coisa, mas são duas questões diferentes, acho que estão de plaga, nós
confidemos muito em que é que estamos de plaga, ou a questão de quem que tem só alguma
questão de duas questões diferentes.
Na verdade, nunca liguei muito a essa, nunca liguei muito a isso, até nos anos passas
minhas pés a ver, e nunca me perguntei, e nunca fui a esticar, dizer-me, nunca.
E eu não fazia só isso.
É, não escolhi, não que confronte com eles, mas já conheci várias das questões que
sei dos meus direitos ao termo.
Eu sou um, tenho assim uma posição, porque não é fele, não é infacial, eu sei, eu
não me importo nada, eu faço as questões sonoras pelo meio de tudo, se não roubar,
eu não me importo, ninguém quer aqui, eu não me importo nada, desculpe, desculpe.
Pessoal, a diferença é ética, e a parte legal, às vezes reconheço outras coisas que
até já pensaste ou já fizeste, e depois eu não consigo responder a muito mais aqui
a uma questão ética que você faz.
Você pode te fazer cobertura, vou na mesa, e tem algum direito sobre isto, ou...
E normalmente a gente vai trabalhar com o livro, porque obviamente que é um processo
de se doçar, não é?
O miado da meninagem de moro em Portugal, se fez o livro sério, faz o seguinte do isto,
diga isto, é impossível pagar este valor de se praticar em frente, etc.
E obviamente que normalmente é um processo de conhecimento e de dormido, que as coisas
sejam muito mais fáceis e muito mais tranquilas e um pago, e os ridículos são precisamente
ridículos.
E o que falas direitamente com o que falas desde os artistas?
Eu também não acredito há muito tempo, acredito em boquíssimas coisas, e se calhar também
por causa disso, todo mundo nunca me assaltou naquela vez, o meu direito é quanto ao todo,
ao todo.
É o que eu nunca me deu, e qual que é o meu direito?
Sou isso, e não, nunca me deu.
Vou dizer uma coisa altamente polémica, então, eu tenho que confessar que toda a gente
não parece que não espere a dizer autores, mas para mim é como alguns são mais que
outros.
Muitas vezes estão nos próprios artistas que passam por cima, ou que tentam contornar
a lei, de forma a fazer avalcer a ética.
Agora, isto não resolve o problema legal, mas atenua mais ou menos o problema ético.
Porque na verdade, um, aquele dinheiro nunca, 10% se favore de isto, se for pós-critura
uma sorte, na verdade não vai.
2, não se paga, ninguém paga, nenhum de nós tem pago justamente por nada que faça
nada que produza.
Muito menos para uma coisa mais valiosa do mundo, que é o pensamento, que é a única
coisa que não pode, nem deve ter uma idade de vida económica.
Só que isto, quando eu desapirei, teria de estalver a marquia.
Que é?
Então, eu acho que o processo, eu acho que não se nada assim, mas eu acho que também
eu gostava, não sei qual é a sua entidade, ou não sei, ou eu sou um grupo que também
tenta simplificar as coisas.
É uma opção de se estarmos nas ideias, não é?
Na SBA?
SBA.
Sim.
É, que ele pode me dizer que eu comecei de contacto.
Também uma opção, mas...
São as duas coisas que eu desfeitos.
Fui.
Vou ter a conviver com posturas muito diferentes.
A minha palavra é uma pessoa que pregue-me os dentes da outra senhora, sempre de fundamentais,
e na linguagem do outro criador, seja a compatibilização disso, e nós temos que saber como é que se
queriam leis para conviver a costas duas coisas.
Porque, particularmente, ele deseja que uma outra coisa seja possível.
Agora, como é que isso se trabalha modalmente para esta pessoa e para esta pessoa?
Porque as duas posturas têm que ser validas.
Mas como é que se reconhece isto?
É mais, como eu disse, é uma raio de cobras que eu sou, mais ou menos familiarizada,
até por causa das visões úteis, que começaram a trabalhar com isso há alguns anos.
Parece-me uma permissa boa, parece-me uma permissa pertinente.
Eu pensei, eu só considero, ou seja, quando se tem que assinar as estabeleções,
eu só perdo ao músico de existir.
Fiquenista.
Nós tivemos isso com herói dança, não foi?
Quem é que teve que assinar?
Fui eu.
Mas há outras áreas que eu pessoalmente considero criativas,
também não entram nesse modelo.
Eu acho que o desenho de luz não entra.
Não entra.
Portanto, não entra?
Não.
O Daniel Land, a solução, não tem que estar na posição direita.
Tem.
Eu não ouvi quem caso dizer antes, Bruno.
O vídeo tem.
Eu sei que há algumas.
Mas o que ele não tem?
Eu sei que há algumas persões.
Você não se sabe como dançar.
O quê?
Você não tem?
Eu não sou gravia também, não.
Você não tem dança?
Você não tem dança?
Eu não tenho dança.
Você não tem dança?
Você não tem dança?
Eu não tenho dança.
