É que você é raro que a gente paga as leves dos olhos, mas por que o mundo tem que pensar em você, tem que morar na boca assim, você é raro.
Ah, olha aí, eu estava treinando para ver como é um psicólogo, mas tá adicionado. Deixe os seus dados.
E aí, tudo bom? Eu sou João, e esse é o projeto Positividade, e hoje a gente vai falar sobre ansiedade.
Então fica aí que eu já volto, tá?
Eu acho engraçado o episódio de hoje ser Positividade, porque é uma coisa que eu mais sinto quando eu faço esse programa, porque veja bem.
Eu não é presidente de programa na vida, é uma coisa que eu não faço. Normalmente eu não fico na frente da câmera, sempre filmo, ela sempre opera, ou penso nas ideias.
Eu nunca fico aqui assim, me expondo e tanto assim. Então é uma coisa que me deixa nervoso, é uma coisa nova para mim.
E segundo todas as coisas novas, como a dieta, desses novos, eu fico parado pensando, será que eu estou indo bem? Será que eu estou fazendo coisa certa? Será que tá bom?
O que você está me sentindo em mim, sabe? E isso me deixa preso e eu não faço nada.
Mas enfim, hoje eu vou falar sobre ansiedade com os profissionais que eu convidei para falarem sobre isso, e a gente vai tentar descobrir finalmente o que é ansiedade, porque tem muitas finições por aí.
O internet não ajuda muito nisso, tudo para uma coisa, e eu disse que é uma, aí eu estou procurando todo lugar, disse que é outra coisa, eu estou te enrolo todo de novo.
Mas enfim, então os profissionais vão se agradecer ao que é ansiedade, como a gente pode ajudar com isso.
E vão dar alguns exercícios que a gente possa fazer quando a gente se sente mal, a gente é nervoso, ansioso, é como se o mundo fosse cair, se a gente não fosse fazer alguma coisa.
Ou, sei lá, eu não sei se vocês mais ficam pensando muito, o que será que vai rolar com meus amigos daqui 10 anos?
E daí você pensa que a gente não está junto, eu disse, sabe?
Então vamos não fazer isso e vamos ver o episódio e descobrir o que a gente pode fazer para melhorar, tá?
Vamos lá então.
Bem, quando a gente fala em ansiedade, nas tornes, em ansiedade, em medo, nós estamos falando de sentimentos humanos.
O medo e ansiedade são sentimentos normais, que fazem parte, assim, da evolução do ser humano como um todo, desde primatas e todos os animais sentem medo e ansiedade.
Eles são sentimentos que aparecem frente a uma situação de ameaça.
E, na verdade, ela prepara o indivíduo para uma resposta, uma resposta que seja funcional, que seja adaptativa para que dê conta desse sentimento.
Uma coisa diferente, o medo é diferente da ansiedade em si.
O medo é uma reação mais imediata em uma situação.
Por exemplo, se você está andando numa estrada rural e aparece um cachorro que avança em ti, um rockviler, querendo morder, salivando.
Então, quando te depara, nesse contexto, é natural que você tenha uma reação de medo naquele momento e uma reação de fuga é funcional, é adaptativa.
Isso é algo natural, como todos os pretadores e todos os animais em alguma situação, quando são deparados nesse contexto, eles sentem um medo que, por sua vez, ocasiona um comportamento de fugir, de fuga.
Então, esse é, particularmente, o medo.
Já a ansiedade difere um pouco do medo.
É medo também, mas é algo mais que a pessoa leva consigo quando esse contexto de ameaça não está presente naquela circunstância de forma concreta.
E sim, é como se houvesse um modo de ameaça presente o tempo inteiro com a pessoa.
A pessoa é ansiosa, a pessoa carrega a ansiedade consigo, é como se tivesse o programa de ansiedade de medo instalado em seu organismo.
Então, algumas situações despertam com muito mais intensidade, situações despertam muito mais ansiedade na pessoa.
Por exemplo, o medo de cachorro, o medo de um animal, quem tem um transtorno de ansiedade específico, nesse caso, um transtorno de ansiedade específica,
o simples fato de um poodle toy carregado nas mãos de uma senhora já pode despertar na pessoa um medo muito intenso descontrolado e a pessoa se perder só em função disso, ou seja, está desproporcional à situação.
Então, o que difere transtorno de ansiedade para ansiedade normal justamente é o contexto.
É o contexto.
Então, pessoas com transtorno, elas reagem de forma muito mais intensa, desproporcional à situação.
Então, aí são os principais, essas são as principais diferenças entre medo, entre ansiedade e transtorno de ansiedade.
Nesse exemplo específico que eu falei, no qual eu trouxe a questão da fobia específico, no caso de cachorro, normalmente o que acontece é ter havido, em algum momento da história desse indivíduo,
uma situação de ameaça envolvendo o cachorro, ou seja, ter tido uma experiência concreta, pode ter havido uma experiência grande, um certo trauma, em que a pessoa avaliou que a sua vida estava em risco.
E, de alguma forma, esse medo ou cachorro foi acionou, ele se pareou, ele se emparelhou com o medo.
Naquele momento, houve um momento da programação do medo na pessoa e, de alguma forma, isso ficou.
Ele se reforçou, então, agora depende muito de outras pessoas e pessoas. Pode ter sido uma experiência muito traumática, onde a pessoa não tinha um modo de ansiedade tão programado,
mas se a pessoa já tem outros transtornos de ansiedade e ocorre uma experiência parecida com o cachorro, um medo, pode exacerbar quem já tem outros transtornos de ansiedade em outras áreas,
facilmente pode desenvolver outros, como fobias, outros tipos de fobias. Ocorre com uma certa frequência a questão de ansiedade social, assim, uma certa frequência,
porque hoje as pessoas estão muito preparadas com situações onde exige um certo desempenho em grupo, seja acadêmico, na vida profissional,
então isso faz com que as pessoas enfrentem algumas dificuldades, elas ficam nervosas, elas têm um sentimento de que vão perder o controle,
tem um sentimento, por exemplo, nessa situação que pode dar um branco, que pode estar sendo ameaçadas, que podem estar fazendo papel de ridículo, é sempre o PC.
São pessoas que, como tu bem falou, antecipam a ansiedade, a situação nem ocorreu e elas já estão ansiosas, porque a situação que está por vir,
ela já está presente no pensamento, ela nem ocorreu, mas ela está pensando e além de existir o pensamento na situação que nem veio ainda, essa antecipação no futuro,
existe uma crença pessoal de que a pessoa não tem condições de dar conta da situação, ou seja, ela acredita que não vai conseguir,
ela tem convicção de que não vai ser bem sucedida, e isso é muito forte.
Avaliar essas crenças, crenças centrais que a pessoa tem e que estão desadaptadas, não estão funcionais, estão distorcidas,
e de alguma forma estimular para que a pessoa se dê conta que existem outras formas de ver e de reforçar a sua auto-eficação, no sentido de que consiga dar conta das situações.
Então, tem programas de um processo, não é de uma hora para outra, consiste em exposições graduais, objeto temido, não começando já pelo que mais temem,
mas quem sabe fazer em alguns exercícios, indo, existem técnicas de relaxamento,
a gente intercala exposições ao estresse com as técnicas de relaxamento para que quando elas ocorrem, parear a situação com o relaxamento ajuda.
E dentro das psicoterapias cognitivas que estão muito evoluídas, agora as técnicas evoluíram muito,
inclusive para novas psicoterapias, como a terapia do esquema ou a dialética,
trouxe muitas contribuições para tratamento de diferentes quadros de transtornos, dos transtornos emocionais,
entre eles para ansiedade, existem algumas técnicas que podem ser utilizadas e que são simples mas eficazes,
que auxiliam a pessoa quando ela se depara em algumas situações em que ela fica mais ansiosa.
Por exemplo, a questão de quando existe a necessidade de uma exposição, de dar uma palestra ou um relato no público,
e a pessoa tem mais ansiedade, por si só é uma situação um tanto ansiogênica,
como eu mencionei antes, é bom ter sentido um pouco isso porque prepara a pessoa também para dar uma olhadinha no material,
organizar um pouco o pensamento para falar, é adaptativo, mas algumas pessoas podem sentir isso com mais intensidade,
mas essas pessoas que sentem importante assim, o enfrentamento de alguma forma enfrentar,
porque o não enfrentar vai reforçar o comportamento de evitar, o comportamento de sair,
e toda vez que a pessoa tem uma situação de alguma forma dá alguma desculpa para si mesmo,
ou dá algum jeitinho de sair, vai estar reforçando em si esse comportamento de sair das situações e aumentando a ansiedade.
Mas quando ela está aí, está presente e o coração começa a bater mais rápido,
começa a dar sudorese, começa a sentir alguns sintomas de característicos da ansiedade,
uma das técnicas que podem ser usadas que bastante eficaz a questão do relaxamento,
existe a respiração diafragmática, que é bastante interessante que o indivíduo usa uma respiração,
ele faz a respiração de forma mais lenta e respira usando basicamente o movimento do diafragma,
o movimento da barriga, onde ele sente que vai para frente e para trás e tenta manter o peito,
onde está e respira devagar fazendo com que a barriga vá para frente e para trás por alguns instantes,
conseguindo fazer isso no momento que está com ansiedade, tende a dama diminuída.
Então, pessoal, eu espero que vocês tenham gostado do episódio,
que esses dicas sirvam para vocês na próxima semana de fevereiro.
Eu vou usar o que tanto o Heitor, quanto a Gabriela falaram,
e espero que vocês tenham entendido melhor o que é ansiedade e como lidar com isso.
Eu vou ficando por aqui e até a semana que vem. Tchau!
