No episódio anterior da série O Mochileiro você embarcou comigo para a Singapura, um
país pequeno, mas muito moderno.
Guiado pelo meu amigo Henrique, conheci Chinatown, andei na maior roda gigante do mundo, e cortei
um belo dia em Sentosa.
Depois, já nas Filipinas, a Jetstar perdeu minha mochila.
O que era para ser uma parada rápida na cidade de Manila virou um pesadelo no aeroporto.
Depois de ser enrolado por quatro dias, tentei resolver de um jeito bem diferente.
É coisa mais ridícula que eu já vi na vida.
E não é que deu certo?
Com a mochila na mão e o ânimo renovado, fui de avião até a cidade de Puerto Princesa,
e dali seguir de moto o rumo a Saban, um lugar simples e muito, mas muito bonito.
É lá que ficou acesso para o rio subterrâneo Puerto Princesa, uma das sete maravilhas
naturais do mundo e o meu grande objetivo nas Filipinas.
Acho que nem preciso falar muito do rio, essas imagens aí já dizem tudo.
O espetáculo, né?
No episódio de hoje, vocês vão conhecer um lugar lindo que fica no Vietnã, Halong Bay
ou Bahia de Halong, a quarta maravilha da minha volta ao mundo, um lugar paradisíaco
localizado a 150 quilômetros de Hanoi.
Então, essa é a viagem que vocês vão acompanhar a partir de agora.
Chegando ao aeroporto de Hong Kong, que fica ao sul da China, fui direto para a casa da
minha amiga Dani, que estava morando na cidade há alguns anos.
Meu primeiro jantar em Hong Kong e olha que tem arroz de canjão, bife acerrolado, cozinheira
de mão cheia, estava com saudade disso, viu?
Cansado como eu estava, depois de um jantar desses, cai na cama com uma pedra.
Essa aqui é a Dani, é a minha guia aqui em Hong Kong, ela está morando aqui há dois
anos já e hoje a gente vai fazer uma voltinha aqui pela ilha de Hong Kong.
Por ter um território pequeno, mas muito povoado, Hong Kong acabou crescendo para cima e hoje
a cidade é conhecida pela grande quantidade de prédios altos.
Com mais de 7 milhões de pessoas, é uma das áreas de maior concentração de pessoas
no mundo.
Agora a gente está descendo para chegar até observar só o D-Pick, que é um ponto turístico,
que é o ponto turístico aqui que recebe mais turistas por dia de Hong Kong e a gente vai
pegar um trenzinho que vai para o centro da cidade.
Tá vendo?
Depois de alguns minutos de caminhada, chegamos ao D-Pick, o ponto mais alto de Hong Kong.
O que é essa bolinha na boca do bicho?
Eu nunca reparei que tinha uma bolinha na boca do bicho.
Você está colocando aqui em situações difíceis.
Olha, daqui dá para ter uma vista legal, pessoal, ali também tem uma vista legal.
Beleza, agora a gente vai para o trenzinho e comprei meu ticket por 28 dólares de Hong
Kong.
Essa senhora que está aí do meu lado, atrás, aí que vocês estão vendo no vídeo, ela
foi uma das coisas que veio do meu lado, aqui lá, ali atrás, vou pagar de pirata ali.
Pegamos o bondinho para chegar até a parte baixa da cidade e em poucos minutos, descemos
cerca de 350 metros até o centro.
Além da quantidade de prédios, a grande concentração de pessoas na cidade teve outra consequência,
muito boa por sinal, uma rede de transportes altamente desenvolvida.
A gente estava falando que o metrô de Hong Kong é um dos melhores que ela já andou no
mundo.
É o melhor do mundo.
Já fiz um amigo aqui do lado?
Já.
Às vezes eu causava um pouco de estranhamento nas pessoas.
É o nosso?
É.
Então vai.
Chegamos em Hong Kong, uma região turística muito frequentada.
Aliás, Hong Kong é considerada um dos lugares mais movimentados do mundo.
A região tem shops, restaurantes, lojinhas e muitos, mas muitos camelôs mesmo.
A região da 25 de março no Brasil é a cara da Ladeira Porto Geral.
E aqui é a origem de tudo, né?
Tudo vem daqui.
Eu acho que a Ladeira Porto Geral foi inspirada.
Olha a peruca.
Perto dali, conheci também um local chamado Mercado Molhado, que tem grande variedade
de frutas, peixes, carnes, temperos e outras coisas.
Praticamente a feira livre que conhecemos.
Azeite na frente, elenor!
É, praticamente não.
Definitivamente.
Adorei conhecer várias partes de Hong Kong.
O passeio foi longo, eu estava morto de cansaço e mal podia esperar para chegar em casa.
Bye bye.
Cheguei aqui no terminal de ferry de Hong Kong.
Hong Kong para embarcar para o Macau.
Hoje eu vou passar o dia lá conhecer esse pedacinho da Ásia, colonizado pelos portugueses.
Olá.
Esse simpático senhorzinho que está ali atrás já me atendeu, já me deu o assento
29OM, que é uma janelinha.
Cheguei aqui ao centro histórico de Macau, que é patrimônio mundial pela Unesco, e é
realmente interessante a arquitetura portuguesa, os turistas e os moradores daqui, os chineses
e os moradores de Hong Kong, os visitantes.
É uma mistura bem bacana, vale a pena uma visita.
Apesar dessa influência portuguesa em Macau, pouquíssimas pessoas falam português por
lá.
Olha, aqui é um pastelzinho de Belém, aqui tem o pastelzinho de Belém de Macau.
Essa é boa.
Quando a noite esteu, ficou evidente o brilho que essa cidade tem, prédios chamativos e
bem iluminados dão vida às noites de Macau.
São os grandes cassinos proibidos no Brasil.
Outro dia, já de volta a Hong Kong, peguei um ônibus pra Lantau Island, uma ilha próxima
do centro.
Em Lantau fica a famosa estátua do Buda sentado.
O acesso ao Buda é por teleférico, que infelizmente estava quebrado.
Fui de ônibus e ainda fiz uma pequena caminhada até lá.
Isso aí, o Buda foi visitar e agora é embora.
Tá aqui uma das facilidades de Hong Kong, na estação de metrô eu vou despaixar a
minha mala já.
E aqui eu tenho um terminal de check-in de todas as companhias aéreas pra mala seguir
pelo trem e eu vou também no mesmo trem, mas não preciso ficar carregando, ela já
vai despaixar desde aqui.
Vamos testar esse sistema dele, se parece que é bom.
Lá mesmo no aeroporto, existem alguns escritórios de turismo.
Aproveitei pra fechar o pacote de visita Ha Long Bay, já com tudo certo e pernoite
incluso, mas vale dar uma pesquisada antes, pois os barcos e os preços variam bastante.
Desconfie de pacotes muito baratos, os barcos podem ser piores e sujos.
Vocês verem um passeio de dois dias, uma noite com o transporte de Hanoi até Ha Long
Bay depois de volta, mas a acomodação lá na cabinha com o café da manhã e os almoços
de jantar, os passeios visitam uma caverna e passeios de caiá.
Quando marquei o passeio pro dia seguinte, é claro que eu aproveitei pra conhecer um pouco
de Hanoi, a capital do Vietnã.
Peguei algumas informações sobre a cidade e fui me aventurar por lá.
Hanoi é a segunda ou maior cidade do Vietnã e também a chamada de Cidade dos Lagos.
Como vocês podem ver, fiz até um silêncio agora, esse é o som da cidade.
Muita buzina, bastante pagunso né, mas é uma cidade interessante, uma cidade legal.
Hanoi é uma cidade que eu gosto.
O principal meio de transporte em Hanoi são as motos, mas também é grande o número
de ônibus, táxis e bicicletas.
Esse tipo de transporte é bem famoso aqui, esse é tipo um riquichal, uma bicicletinha,
você vai sentado na frente e ele vai te levando, e ele quer mesmo que eu vá, né.
Ah, olha aí, olha aí, banadinho.
Aqui o negócio diz que é meter o corpo e atravessar, e eles vão parando, então vamos
fazer isso.
Não tem mão contra mão, é todo mundo em todo lugar, cada um por si.
Eu tava caminhando rumo ao famoso lago Hoan Kieng, mas precisei de uma ajudinha pra
chegar lá.
O que é isso?
O que é isso?
O que é isso?
Aqui tá o famoso lago, esse é o lago Hoan Kieng, que é um dos principais lugares
daqui da cidade, em volta dele as pessoas ficam, tem a praça, tem o papo no telefone,
comendo, todo mundo de tudo.
Uma coisa que todo mundo fala aqui, é um passeio famoso, um olhar de uma atração
famosa, é o Teatro de Marionettes na Água, então vamos dar uma olhada.
E pra terminar a noite, como aquele bolinho não tinha nada, eu precisava comer alguma
coisa.
Eu tava morrendo de fome, você tá aí pra fazer a chefe aqui, né?
E olha aqui, chegou aqui a minha cerveja, a noia, saúde, mantequinha suja do jeito
que eu gosto.
Chegou a hanga.
Tô aqui com o Hoan no hotel, Harmony Hotel, 15 dólares por noite.
E agora tá esperando o pessoal que vai chegar pra buscar pra ir pro tour, em Halong Bay.
Os hotéis por Halong são bem baratos, e você pode encontrá-los acessando Detectotel.com.br,
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Ecolomize com o hotel, gaste com você.
Eu não pude fazer a barba porque o meu barbeador descarregou, então vou ficar assim mesmo.
Então, aqui vamos lá, hein?
Paradinha aqui, no meio da viagem, e agora eu aproveitar pra fazer um café da manhã
aqui, ó.
Tá preparando o meu sandubá.
Esse é sempre o café da manhã, que não deu tempo de tomar no hotel, aí eu saí correndo
e já vai.
Aaaah, isso aqui.
Seguem aqui é um choro stair idag
Bom, chegamos aqui Emralong Bay, atualmente em Haldong e aqui que a gente pega o barco
para ir para a Bahia. Agora eu estou seguindo o grupo aqui, o pessoal que está com essa
guia e ela vai pegar os bilhetes para a gente poder embarcar.
Ela tem um mini mercado ali e vale a pena comprar alguma coisa para ter no barco, porque
eles dão a comida e tal, mas o bebida é caro, eles cobram bastante para todas as outras
pessoas. Então eu comprei um chazinho, um biscoito só para ter alguma coisa.
Mas eu estou com um novo guia, agora é o Tony, Tony.
Então agora ele vai cuidar do meu barco.
Olha o barco.
Então o Tony já curtiu, parece que a gente boa e vamos com ele.
Depois que todo mundo se acomodou no barco, o nosso guia Tony deu todas as informações
sobre o passeio, desde os horários das refeições até as chaves dos quartos.
É rompe, grade para o apartamento individual, Tony, então é legal, feliz.
Bom, como eu nunca tinha dormido num quarto desses, fui ver como era, né?
Achei um quarto bem pequeno, mas confortável, tinha ar condicionado, banheiro e até um
chuveirinho, além de uma janela grande, para a gente apreciar a paisagem.
Você deve ter reparado nessas casinhas que ficam flutuando pela Bahia.
Pois é, também fiquei curioso, em Hallow Bay, existem algumas vilas flutuantes de pescadores,
umas grandes, outras nem tanto. Como os lucros vindos da pesca são poucos, o pessoal das
vilas também desenvolveu um pequeno comércio voltado aos turistas da região.
1.969.
Exatamente. Normalmente cerca de 2.000 lbm, mas eu digo um número.
Isso é bom.
Sim, é muito preciso.
A maior parte das ilhas não é habitada, então são pouco ou nada afetadas pela presença
humana. Essas ilhas possuem muitas praias e grutas, além de cavernas.
E é para uma delas que eu fui.
Estou chegando na caverna aqui da Bahia Hallow.
E essa é uma das principais atrações do passeio aqui.
Bom, aqui eu estou entrando na caverna.
Ela é grande, é a única que está aberta para a visitação.
Então, vamos ver como é.
Você vê, eles têm muitas cavernas aqui, mas essa é a principal.
E eles fizeram toda uma transformação turística para poder receber os visitantes
e não precisar explorar as outras cavernas.
Então, as outras ficam preservadas e essa aqui fica para o turismo.
Agora eu vou ter uma vista legal da Bahia.
Daqui de cima, onde os barcos estão parados e onde a entrada é acabada.
Essa é Hallow Bay, a Bahia de Hallow, uma das maravilhas naturais do mundo.
Vale a pena conhecer.
O povo de Hallow Bay é bem simpático.
Esse aí, então, nem se fala.
Ele trabalha nos barcos, mas também tem outras habilidades.
Esse cara é um figuraça.
Os arranhas céus de Hong Kong, a tradição portuguesa em Macau,
a barulheira de Hanoi e a beleza natural de Hallow Bay.
É com essas imagens na memória e também nas câmeras
que eu completei a quarta etapa da minha volta ao mundo.
Já tinha percorrido mais da metade desse longo caminho.
Foi nesse ponto que eu percebi como a Ásia é realmente incrível.
Quanto mais eu viajava pelo continente, mais vontade eu tinha de conhecer outros lugares por lá.
Ainda bem que a próxima maravilha da minha jornada,
a Ilha de Jeju, fica na Coreia do Sul,
o importante país asiático que você vai conhecer bem.
Mas não agora, só no próximo episódio de Homo Chileiro.
