A gente está junto há uns dois anos, né?
Eu tenho vantagem, porque está sempre com a SEG que você já confia.
A gente é muito parceira, a gente está sempre junto.
E a gente está sempre com a SEG que você já confia.
A gente é muito parceira, a gente está sempre junto.
E a gente gosta mais ou menos das mesmas coisas, do mesmo estilo de escalada que é o Boulder, que é o nosso preferido.
E a gente viaja muito também.
Facilita muito, porque a gente acaba viajando nos periados, nos mesmos lugares,
sai no final de semana para fazer as mesmas coisas.
Então, não tem desvantagem.
Nossa programação é essa, né?
A gente nem sabe o que os outros casais fazem juntos.
Não tiver Boulder, eu não sei o que a gente faz.
A gente levantar ali, não é?
Não, só voltar ali.
A gente estimula o outro tempo em dia, assim, os projetos.
Meu nome é Daniela Lustosa, eu tenho 28 anos.
Escalo desde agosto de 2008.
Sou cirurgião vascular.
Meu nome é Camila Porto, eu tenho 25 anos.
Sou publicitária e eu escalo há mais ou menos uns 14 anos.
Então, atualmente a gente está numa fase Boulder.
Até começamos fazendo nas vias, no tempo atrás,
mas Boulder é mais prático.
Boulder é bem interessante para quem gosta de reglete,
porque tem uns movimentos bem exigentes.
Você começa pegando em um reglete pequeno,
você tem que dar um dinâmico de envergadura,
que para mim é bem complicado.
Um reglete de lado para uma esquerda,
aí trabalham os calcanhares e tudo,
tem umas cruzadas de perna.
O crux é uma cruzada de perna, na verdade,
mas com mais pequenos, o crux é um pé.
Final de semana não tem briga.
O que a gente vai fazer?
Vamos escalar.
Todo final de semana a gente vai escalar,
teve que ser difícil encontrar isso.
Como uma pessoa que não escala, por exemplo,
no final de semana você tem que ficar negociando,
você vai para a pedra, você vai sair com a pessoa de novo.
Acho que só tem vantagem,
como se fosse a minha.
Dois trabalhos foi o primeiro V7 que eu mandei,
e aqui no Rio é muito quente.
Sempre chegava no final,
porque ele tem muitos momentos,
aí chegava no final,
talvez a gasta estava sempre babada,
e então foi um boulder que eu demorei bastante para fazer,
e quando saiu, foi muito bom.
Ah, de ruim não, porque acho que os boulders
estão sempre verde, porque aqui é muito úmido.
Acho que é o ponto negativo da urca
e do Rio de Janeiro inteira.
Mas tem vantagem também, né?
Para o carro pertinho, social,
caminhada social,
e não tem quase trilha para bloco nenhum,
da pista você já chega nos blocos.
Tem bastante potencial,
tem boulder highball para caramba aqui,
a questão é que não é muito frequentado,
os boulders ficou meio escondidos,
acho que tem um pouco mais divulgação.
O que falta mais no namorco é divulgar o que já está aberto
e de malhar as coisas que existem.
E aí eu estava fazendo boulder,
e tinha passado do crux,
e aí eu estava me dando segue,
com um crash pad finindo.
E aí quando eu fiz o movimento do crux,
eu escutei assim,
aí eu pensei comigo,
bom, se eu cair eu morro,
perdi os dois pés,
fiquei só com uma mão pendurada,
e eu escutei.
E aí eu olhei para baixo,
não tinha ninguém na minha segue,
não tinha crash pad,
e era um crash pad.
Tudo bem, tudo terminou bem.
Muito bom, eu confio na minha segue agora.
Mas a minha segue é boa,
e a minha segue é boa.
