Quando eu canto
Quando eu canto
E a chuva cai
Uma nuvem de certeza
Vai ir em mim
De quando, em quando
Cada gota lembra um oi
Arribar com a tristeza
Dos versos que vou cantando
Cada gota lembra um oi
Arribar com a tristeza
Dos versos que vou cantando
E na doce mudia
De que o fado se reveste
Quando o meu olhar em massa
Vejo a estranha mudia
Da chuva que o vento agraste
Faz um procuror na vida
Vejo a estranha mudia
Da chuva que o vento agraste
Faz um procuror na vida
Entendo no meu lamento
Lá o fado que me prendeu
Rima estrangeiras
Pobrezinha
Com a chuva já é movimento
São as lagrimas do seu
Que fazem brotar as minhas
Com a chuva já é movimento
São as lagrimas do seu
Que fazem brotar as minhas
