Cazinha, Simplesinha, Cabalbão de Sela, Pugão, Alenha, Ceso, Vejo o céu pela janela
Com o som da cabalgada passando gente acerca Adentran, a madrugada
Na bota empueiradas por as que não ferem os passos do galope
As rédeas obedecem e o pento que aqui canta Melodias do sertão
Morrendo sem destino, em meio à plantação
O céu está pedindo canções ao estrelar A voz a desfira e começa a tocar
As palavras se misturam, alugem o armeão Cetada no sereno ao som de um violão
Cazinha, Simplesinha, Cabalbão de Sela, Pugão, Alenha, Ceso, Vejo o céu pela janela
Com o som da cabalgada passando gente acerca Adentran, a madrugada
Na bota empueiradas por as que não ferem os passos do galope
As rédeas obedecem e o pento que aqui canta Melodias do sertão
Morrendo sem destino, em meio à plantação
O céu está pedindo canções ao estrelar A voz a desfira e começa a tocar
As palavras se misturam, alugem o armeão Cetada no sereno ao som de um violão
Cazinha, Simplesinha, Cabalbão de Sela, Pugão, Alenha, Ceso, Vejo o céu pela janela
As palavras se misturam, alugem o armeão Cezinha, Ceso, Vejo o céu pela janela
