Cláusulas Em
O que você já era criativo na região, as pessoas pensam ser plásticos, terais plássio
também.
Sou capaz de fazer ou há sempre esse preconceito, quando não vem algo físico, há sempre
que exista sempre esse preconceito.
Eu acho que essa dificuldade em qualquer desastre ficar familiar e a pessoas que conhecem, o
que é o design, existe, existe.
O que é que isso acontece?
Eu acho que, se por um lado existe um desconhecimento natural, portanto gerações de periodos,
em que isso não acontecia, portanto, ou foi muito exporzado no design e outras formas
de arte, também acho que existe uma falta de teorização sobre o design, muitas vezes
na faculdade.
Nós definimos pouco o que é ser design, se calhar a uma estigma de que ser design
é uma coisa à parte, uma coisa longe daquilo do mundo e portanto é uma coisa um bocadinho
ao lado, não é?
Não é?
Temos um bocadinho em medo de o que o mundo vê e de falar sobre ela, acho que passa muito
por nós, sinceramente, acho que passa muito por nós.
Mas agora temos uma nova professora que é muito boa, eu gosto de ela, mas estamos em
parte da imensa ideia de quem tomara para esquecer, mas vou até que se consiga e tomarei
um crime para esquecer.
E não sei até quanto é que é verdade ou não, não sei, mas não sinto essa necessidade,
acho que o arte entra para cima de estimar-se.
E entretanto eles apresentaram os cursos e perguntaram-se se alguém queria mudar,
eu estava com desenho, eu gosto de desenho, eu gosto de inventar focaria, ou partes gráficas.
Uma pessoa chega às artes grave e diz, ah, este é trabalho, claro.
A verdade é que o contato com alguns dos tomar, porque se o tomar, ninguém sabe o que
está fazendo, eu não sei se acontece o mesmo nas grandes cidades, eu não conheço.
É a imunização do início, cada vez que conhece, eu já ouviram falar.
Em tomar, isso, isso não acontece.
Sempre achei que fosse um caminho mais desenvolvido, e quando cá chegaria, de início, gostei
muito dos prédios muito bonitos, tudo lindo, uma cidade muito...
Noto-se muito a parte histórica da cidade, que as pessoas tentam mesmo preservar e é
mesmo verdade.
Só que isso faz é mal, porque nós sentimos que às vezes a imunção não chega aqui.
As pessoas continuam a ser conservadoras demais e sempre aguardam-os a história que
foi, e quem é que é, e quem não sei o quê.
E a cidade não me poliu.
Quer dizer, não há... não há preocupação de dizer para vocês que querem aqui.
Quero, nós queremos, eles quando saem daqui, eles têm que se... a área gráfica, poucas
empresas gráficas, há neste ano.
Pronto.
Ali é Lisboa, Porto, onde elas estão sediadas.
Os gabinetos de design.
Onde é que estão os clientes, os gabinetos de design?
Os bons clientes, os grandes clientes?
Por muito, hoje. Eu, numa hora, ponho-me em Lisboa. E numa hora ponho-me em Coimbra.
Mas quer que iramos, quer que não.
Por muito que se possa mandar penda, e é fecho, cheio, esmenelho de estudo e mais alguma
coisa.
É engraçado que, sem conhecer o teu projeto, existia a ideia, uma ideia em minha, que
era na altura em que se chamou o Dr.
Zebarton e o Dr. Mário Moura, como oradores, surgiu a ideia de ir para as boas e filmar,
fazer três perguntas muito simples a qualquer pessoa.
Mas, por que me dizeram?
Primeiro, perguntávamos o que era arquitetura, e a pessoa respondia, o que entendesse, perguntávamos
o que era de cine, a pessoa respondia o que era... o que entendesse, e depois perguntávamos
o que era de design. E tentávamos perceber, até que ponto havia, ou não, surpresa na cara
das pessoas, e até que ponto sabiam, ou não, o que era de design.
Mas, também, francamente, se isso fica mal usado, se não me... se me pedissem algo,
se não me pedissem algo, se não me pedissem algo, se não me pedissem algo.
