A vida daquele que faz carvão é uma pessoa tipina, uma dor.
Se o cabelo é o terreno, vou sair também, já tenho casa eu.
Não tem casa, por casa de quê? Por casa de não ter trabalho.
Há meus amigos que sabiam de fazer isso.
Então eu sou a magadiana.
Tem trabalho que nós estamos a fazer lá em uma polvombla e trabalhar.
Então eu tenho esses carros, então eu aprendi ali.
Esse trabalho já não para a pena.
Esse aqui é grande, isso aqui pode sair de 20, 30.
Tem uma pessoa que disseram, vamos pagar, pode me pagar.
Tem uma pessoa que vai me ajudar, eu também vou ajudar com ela.
Eu ajudarei ela.
Esse aqui fez o comel me sozinho, mas quando eu vejo que é para isso que não conta,
leva o meu colega de serviço.
Pode acabar de 2 dias e seja o sério de dias quando eu sou sozinho aqui.
Tem que custar, custar e fazer carvão.
Mas eu não consegui ir e roubar.
Os nossos irmãos hoje, as outras, já foram.
Há 15 pessoas que acordam, não tem porque não tem jarves.
Então essa zona é grande, né?
Essas que eu conheço, mas esse que eu não conheço.
Tem que construir uma casa, não tem casa lá em casa.
Também sou escarvoeiro, também, também sou meus colegas.
Quando eu banhar aquela treinua, eu pode já fazer um cabano, não, em casa.
Quando acabar o trabalho, vamos embora.
Foi onde que tem árvore?
Isso é projeito.
Acaba.
Eu já sou castar meu corpo para esse carvão.
Eu já sou castar meu corpo para esse carvão.
Eu já sou castar meu corpo para esse carvão.
