Uma reforma política pra valer não poderia deixar de incorporar e incluir no processo
democrático a participação de segmentos históricamente excluídos, como as mulheres,
os afrodescendentes, os povos indígenas e os jovens, por exemplo.
Mas, como estão a ver, os tempos anseis feriram direito a disputa democrática pelos espaços
de participação.
O problema é que a disputação já começou em Brasília, em vez de ajudar a pagar o
fogo, só é botar cada vez mais lenha nessa fomeira.
Para isso, nós convidamos para participar de nosso programa, as votadas mil e zero
indígenas do PSB de São Paulo e socorro governos do PSB do Pará, aqui eu quero agradecer
a todos de nós, a gente mesmo, por aceito nas convidações, para começar a ter adaptado
esse socorro, a sua vez adaptada quando começa esse debate e aonde a gente pode terminar
sem ferir esses dientes, aqui eu me refiro em isso.
Eu acho, Paulo Givetto, que primeiro é um reconhecimento da discriminação que a
mulher tem que sofrer na longa dos tempos, um reconhecimento que a sociedade patriarcal
em muitos aspectos atravessou os secos e hoje no seco 21 ainda permanece.
Os dois me disseram que a adaptada era um dia na Cárbara de Aquecita, que são um dos
assassinatos em Ternambuco, de mais de 1.100 anos de mulher, só neste ano, mas não
é só em Ternambuco, quer dizer, o Brasil inteiro, se deu hoje as mulheres sofrendo
de violências atroves, como a 100 anos atrás, e também o reconhecimento da sociedade
de que está indígena franca mais do que a metade da população brasileira, que são
as mulheres, né, e é claro que isso passa por políticas de alternativas, políticas
de inclusão, é chamada política positiva, né, só o deputador Andilha, só eu acho
que é necessário, neste momento, se criar em tratamentos diferenciados que beneficiam
essas minorias, como no caso das mulheres.
Eu tenho que me complementar, Paulo José, a deputada Socorro Gomes, que eu tenho uma
grande estima, e a vocês são espectadores, temos um debate importante, necessário, porque
o processamento do sistema político do país passa pela correção dessas distorções
e dessas desigualdades, né, mas somos esse percentual que a deputada e você mesmo chamar
a atenção, mais de 50% da população, mais de 50% dos eleitores, e somos tudo representados
nos espaços de poder, que na Câmara são os menos de 9%, no Senado são os menos de
2%.
E nos partidos políticos, como eles ficam dirigentes partidários, não tem uma mulher
na presidência de um partido nacional, então é concreto, né, é concreto a discriminação,
e por isso que nossos direitos são também tratados de igualmente, porque nós não
temos poder, não temos poder de decisão sobre as questões estratégicas, questões
políticas, e se não tivermos acesso aos espaços de poder, nós não teremos nossos
direitos garantidos, portanto essa é uma questão estratégica, não basta lutar por
saúde, por educação, por saneamento básico, habitação popular, etc., mas no centro
desse debate está a nossa inclusão política, seja nos partidos, seja na disputa eleitoral,
seja nos espaços de poder real, por isso que nós temos iniciativas aqui na casa do
sentido de corrigir essas distorções.
Agora, por essa inclusão de aproveitar para homenagear as mulheres, como o fato que
me ocorre aqui imediatamente, me lembrando aqui de repente de todo esse processo de
apuração das delícias aí, sobre essa crise elétrica, e não vejo o nome de mulher.
É, isso nos dá a medida, né, da diferença, dos homens diferentes mesmo, não só na nossa
forma de ser, a nossa forma de disputar e de exercitar o poder, e nós não podemos
conquistar o poder de forma masculina, patriarcal, autoritária, centralizada, por isso que nós
fazemos toda a diferença do ponto de vista ético, nós temos muito rigor, muito critério,
muita linsura nos detendo dos nossos, na ocupação dos nossos espaços, até porque
a sociedade é mais exigente para as mulheres do que com os homens.
E já historicamente, os homens podem errar como quiserem, podem transigir em relação
a tudo, não ao nível de cobrança que é cobrada de nós mulheres, nós temos que provar
dez vezes, que somos competentes, que somos honestas, que somos épicas, para que me
sejam os ouvidas, por isso que é preciso corrigir essas distorções de igualdade.
Até o nosso coragem de resolver já acabou, já passou o tempo em que se dizia que as
mulheres eram enxergidas aos homens e determinadas aspectos, com por exemplo, quando se tem determinadas
funções.
Olha, o tempo em que se dizia que as mulheres eram inferiores, não, tapou.
Evidentemente, as mulheres nunca foram inferiores e incompetentes, que é claro.
Nem antes, nem agora, mas o preconceito continua.
A deputada, Luiz, era um dia, então, para ser extremamente capaz que o exemplo da mulher
brasileira já passou por uma série de preconceitos, desbravando o caminho, por ser nós destinos,
por ser mulher, não é isso?
E por ser uma mulher, vamos ver, tão prometidas com os interesses populares, com os interesses
mais avançados da nossa sociedade.
E eles exertem várias funções de prefeita da maior capital, não só do Brasil, mas
da maior América Latina, uma das maiores cidades maiores do mundo, ministra, vamos
ver, até a pouco, o tempo atrás, e podemos afirmar com certeza que ela tem toda a razão
quando diz que as mulheres têm que ser 10 vezes mais competentes do que o homem para
ver se é a mesma função, não é?
E com o preconceito, o patriarcalismo, ele ainda existe e eu creio que várias medidas
essenciais, uma delas é essa, é o centro político de poder.
A mulher tem que participar, tem que ser aberto, tem que ter estímulo, tem que ter apoio.
Ao lado disso, é preciso também que instrumenta uma infraestrutura para liberar a mulher.
Porque muitas mulheres, elas ficam presas desde casa, não por votação, mas por uma
questão de uma necessidade, porque não vem creante para os filhos, agora confundem uma
questão da preescola e de um fato importante, positivo, mas há que ter restaurantes populares,
lavaderias, tem uma série de infraestruturas para que a mulher possa se libertar dessas
tarefas extremamente pesadas, que é, além de trabalhar fora, cuidar da casa, não é?
Então eu creio que esse preconceito permanece.
Vemos vários fatos, a mulher hoje dirige, quando se integra, para as viagens espaciales,
no espaço fidelal, para o bebê assim, que dirige aviões, navios, que saem todos os
ramos da economia para não desassar-se da cultura, mas o preconceito permanece.
A discriminação e a violência, ela continua extremamente aguda, trágica, não é?
É um dado cultural forte, a cultura não se muda tão facilmente, e a nóis cabe, inclusive,
alterar esses fatores culturais que regem o planejamento de homens e mulheres da nossa
sociedade.
Aqui nós determinamos, que nós somos as mães, as companheiras, as educadoras, e a gente não
entrou muito a forma de educar o menino e a menina, então nós educamos o menino para
escutar a liderança, para atividades, com muitos espaços culturais, e muitas mulheres
e projetaram esses padrões machistas, masculinas, mas muitas vezes, muitas vezes, então tem
que romper, com uma determinação cultural, que é tempo, educação, é processo e é
processo acelerado, porque na medida em que há mais mulheres, no embato político, na
faca tão política, na contista dos seus direitos, essa cultura vai se alterando, porque vai
se modificando a própria, o próprio acamparçamento, a própria reação dos homens.
A gente vai voltar à questão inicial, a gente falou com a Amelie Suzinho do programa,
que a questão da inclusão dessas minorias, que é o caso das mulheres, foi, naturalmente,
para adjudicar os direitos igualitários, que devem ser respeitados, de todo mundo ter
poder participar em realidades de condições.
Como é vista a questão da representação parlamentar, o que pode ser feito?
Primeiro, tem que considerar que já houve uma conquista, que acorta 20% de vagas nas
chapas para cargos proporcionais, para candidaturas, e ela não teve a eficácia que poderia ter,
porque ela é uma conquista formal, é um direito previsto na legação, é de alguma medida
para alterar o quadro, mas insuficiente, no sentido de equilibrar nessas oportunidades
também.
Concertamente a sua propria é o quê?
Nós temos um projeto de lei, tem um projeto de lei tramitando na casa, já passou pela
Comissão de Comissão de Justiça, está para ser aprovado na Comissão de Comissão
de Justiça, que estabelece outras cotas complementares daquela, que são uma cota de 30% dos recursos
do fundo partidário, e a da partida, normalmente, recebe, profissional, o número de deputados
que tem, ou do número de votos que conquistou na eleição para a Câmara dos Deputados,
uma quantidade de recursos que são repacados, normalmente, a cada partida.
A nossa propria é que 30% dos recursos sejam destinados aos jéssimos de mulheres dentro
dos papéis, tem secretaria, tem departamentos, mas que sejam recursos repassados diretamente,
para a mulher não ficar dependendo do fiz oureiro, do secretário, sempre dependendo
para que esse dinheiro para ela se capacitar, para ela promover cursos, treinamentos, seminários,
para fazer essa passafão política das mulheres, em 30% borrar o gratuito de raio e TV que
cada partida também tem, realmente, duas vezes por ano, cada partida tem, profissionalmente
também, as suas bancadas, o tempo gratuito de raio e TV, e que 30% desses passos sejam
destinados para a passafão da mulher, porque você não faz política, não disputa politicamente
porque você não tiver o domínio da mídia, dos reis de comunicação de massa.
Aí, segui ela, uma participação para a Valice.
Exato.
Exato.
Para a galinha.
Para a galinha.
Aqui nós venhamos, muitas vezes, aquelas candidatas laranjas.
Lá longe.
Que faz de conta.
É só para cumprir a lei, para que não o partido não seja punido, né?
Exato.
Porque a mulher, ela sai candidata, é garantida a vaga, mas ela fica encorçada, muitas vezes
não pode nem falar no comisso, porque nunca tem espaço, então é preciso que tenha um
apoio para a campanha, e que seja garantido que o é que o partidário vai para o partido,
mas para a campanha da Secretaria de Mulher, para a divulgação do papel da mulher, na
sociedade, na política, isso vai levar a mídia à partida.
Os próprios partidos são reis distantes aí.
Mesmo que os partidos, que a gente imagina que terem pretençamente socialistas, democráticos,
de esquerda.
Ainda está revolvendo o Partido de Mulher.
Porque eles não tem uma iniciativa de incorporar essas propostas no âmbito do próprio partido,
não sei se ficará a lei.
Eu sempre fiz isso no Congresso do meu partido, no Congresso Nacional, quando é o passado,
início do ano, e a gente propôs numa tese que o partido já incorpora essa proposta.
Antes da legislação.
Ah, a tese foi derrotada no Congresso, e lamentabilmente com a vota de mulheres, porque os
partidos estavam orientando o que deveria votar contra a tese.
Sabe você, é uma questão não partidária, ela é cultural.
Não é uma questão da vota do Estado direito e centro.
Não, é uma questão cultural arraigada e de um machismo que tem o Brasil, o número
de homens.
Tem uma mulher presidente nacional de um partido neste país, não são mais de 50%.
O companheiro é uma mulher de São Paulo, um dia em uma palestra dizia, olha, nós somos
50% de eleitoras, de mulheres na cidade, não, nós somos 100%.
Mas como?
Nós somos 50% de mulheres e 50% nós parimos.
Mas para que a confiança disso é fundamental para a gente modificar essa...
Como é que entre seus colegas ou homens, como é que a recepção é uma tese como essa
do projeto da deputada Erundi, da deputada Socorro?
Só nos compartilha com seus colegas.
No meio das mulheres é confiança, é unanimidade.
E eu acredito que essa tese ela vai encontrar apoio, até porque no século 21 fica muito
complicado um homem representante do povo, do seu estado e portanto do Brasil, quer dizer,
se compra, mas há uma resistência sua assim.
Você vê os detalhes, é um totalmente receio que se não for uma pressão da particularidade
e nós temos comitês prunes partidários.
Portanto, mulheres de todos os partidos compondo comitês em defesa dessa tese, dessa proposta,
dessa proposta de cotas e vários estados da federação, nós temos que intensificar,
ampliar a atuação...
Então essa pressão vira?
Essa pressão vira de fora para dentro, então não vai ser forte aqui não.
Vou marcar um discurso, dizer que nós temos aliados importantes dentro dos homens.
Isso é o afrodêndio, nós não chegaremos lá para não ter um voto suficiente.
Mas o que é importante destacar é a atuação unitária da bancada feminina, a atuação
competente dessa bancada, que consegue inclusive neutralizar as divergências ideológicas
e os partidários, quando tem uma atuação da bancada ela atua uniferamente.
Isso compensa a desvancagem do menino que nós somos dentro da casa.
Por exemplo, esse mês de março a ideia é concentrar as votações e, digamos,
dar uma preferência aos votos ligados à questão feminina.
Depois de março é o Dia Internacional da Mulher e esperamos contar com a pressibilidade
que é uma lei fundamental, a lei 4559 de 2004, que cria mecanismos de combate à violência do
Mexico.
Você viu que ele é para colocar agora, que ele é para colocar agora.
A professora, que antes do programa já comentava que a respiração da violência
e Pernambuco, que a violência na realidade falava por todo o país, a gente sabe muito
bem disso, a saber que mecanismos faltam, ser implantados para a gente conseguir
ver essa onda de violência.
Primeiro, políticas públicas para prevenir a violência, porque a violência começa muito
cego até chegar ao extremo de assassinatos da mulher.
Ela já foi violentada fisicamente, sexualmente, psicologicamente, respeitada na sua dignidade,
nos seus direitos humanos, até chegar à boca da água em que o macho, o homem,
seja companheiro, marido, namorado, vizinho, tem casos desses 70 assassinatos, de 1º
de janeiro até ontem, em Pernambuco, até as figuras assim, o vizinho que matou a vizinha,
por exemplo.
Não precisa ter...
Dois meses de 60, é absolutamente relevante.
Dois meses de 60, mesmo de dois meses de 60, por mais de dois meses de dia, por dia.
Por dia?
É uma...
Agora, o que é pior, é que isso deve ser um fenômeno, talvez não por assim, porque
talvez não por essa intensidade no país, é que aquele Estado, por exemplo, é o Estado
de incidimento humano mais baixo do país, por toda pobreza, amizéria, violência, tudo
contribui.
Você precisa de políticas para prevenir a violência, políticas públicas, para garantir
a mulher uma condição de renda, de trabalho, você não fique dependendo economicamente
do homem, do marido, do namorado, sei lá, da família.
E uma tomada de consciência da sociedade como um todo, para que essa violência não
seja permitida.
E essa lei, ela cria mecanismos legais, cria as defensorias públicas, cria os tribunais
especiais do combate, a violência doméstica contra a mulher, o pior, 70% desses casos,
o Entranambuco, são violência doméstica, violência dentro de casa, onde é o silêncio,
e esse percentual é subestimado...
A própria vítima, se sente constrangida quando ela sofre violência física, violência
de outra ordem, ela esconde, ela silencia, os parentes silenciam até para não acirrar
o ódio do marido, desculpa, mas ela é a mesma...
Você não se ocorre, não para só sobre isso?
Eu também, inclusive, levo um pouco o que a deputada Luiz, era um que enganjava em
casa, quem participou aqui, que a questão se diz, além da punição, além de esclarecimento,
é preciso que arraja políticas públicas, de garantir independência econômica da mulher,
porque o que ocorre, nós avançamos muito, criamos conselhos municipais da condição de
ser menina, conselhos estaduais, as delegacia de mulheres espalhadas, as mulheres risadas,
as cactais, as casas abridas, mas o que ocorre?
A mulher, com o serviço espalhado, não se ocorre, a mulher, se ela vai da delegacia, denuncia,
ela tem receio de voltar para casa e se esquancar, ainda mesmo com a retaliação, e chega até
ao assassinato. Ora, se essa mulher, dizer, uma condição de independência financeira
para proteger ela e a sua filha, sua prole, então ela já não vai ficar correfeio,
ela vai para a delegacia, denuncia e ela sai, e, aliás, muitas vezes, mexeria
a esse extremo de violência, porque se ela tem independência, ela não é sujeita,
ela não está submissa, ela não está ali dominada, então é essencial as políticas públicas,
para que ela possa trabalhar e ser independente. Além de todas as questões da punição,
de esclarecimento, sabe de ter política...
Ah, não, então é verdade, né?
Exatamente, exatamente, é. A comunidade, ela estimula isso, né?
A sua comunidade com a mulher, a violência com a mulher, só chegou a matar, né?
E com a poluição é uma festa básica.
É, mas está de confliação, na verdade, né?
É uma coisa, sabe isso.
Só para lhes dizer a pergunta, lá no Pará, a situação é muito parecida.
É muito parecida isso.
É uma acertão do Brasil inteiro, não tem dúvida, porque essa questão da violência
contra a mulher, do preconceito, ela é nacional, claro, que alguns estados, ela, vamos dizer,
é agudizada pela miséria de fato, né?
Pela miséria, vamos dizer assim, pela situação de desespero também.
É, a dos casos de crime, né?
De crime, a mulher entrando na criminalidade, até por conta da falta de consciência sobrevivência,
ela às vezes entra no tráfego.
É num escala pequena em relação a esse monte de nuvens de mulheres.
É, já é.
Mas ela não é preferida para a poluição?
Sim, sim.
Ela é consumitora.
É, não como consumitora.
Uma mulher de...
As chances às vezes...
É morrião.
É.
Você está perguntando que é uma avião, né?
É.
É morrião.
Qual é a relação a esse...
Outra forma de preconceito contra a mulher, que é essa questão do emprego.
Da diferença, por exemplo, de salário do que ganha uma mulher ao que ganha um homem.
O que está sendo feito no sentido de corrigir essa distorção da verdadeira ordem?
Olha lá, muito pouco.
Muito pouco.
Embora o fato da mulher ter crescido no seu nível de escolaridade, no seu nível de capacitação,
a sua capacidade de liderança, ela se impõe nos ambientes de trabalho.
Mas numa economia em que há muito desemprego, o desemprego é sempre sobre a mulher.
Quando tem uma mulher jovem que pode entrar em uma porna digestante, precisar de uma licença
a maternidade, a maternidade, a relação da mulher e da cumpriação, é uma função social.
A empresa, o país, o governo não faz, não faz nada nenhum de liderar essa mulher para
dar assistência aos seus filhos, os meus filhos.
Isso é uma violência contra ela, não é linda? Você é visto como uma pessoa que é mulher,
a empresa, por isso entra em uma vaga para encher uma mulher de menos idade, de um pouco mais
idade, ou uma mulher casada, uma mulher solteira, uma mulher branca, uma mulher preta.
Aí o preconceito entra de forma muito petada.
Então é o melhor nome do que uma mulher, porque o homem não engravida, a mulher engravida.
A empresa, ele visita o teste, ele sabe de gravidade.
Isso é um absurdo.
Isso é um absurdo. E tem uma violência contra ela, não.
É um crime, é um projoto.
Tem, tem variação, tem, tem, tem.
Tem, tem com certeza, fruto da atuação da bancada feminina.
E de outras legislaturas, não só dessa.
O que a gente tem tido, uma luta presente da mulher no Congresso Nacional, a bancada feminina,
é realmente um diferencial na dinâmica dessa casa e na luta em torno dos direitos das mulheres.
Não só a mesma lembrou, se não houver uma capilarização e mobilização dessas mulheres
em todo o país, no sentido de pressionar o Congresso, nada acontece aqui.
Isso conversa por onde? Por onde que começaria esse trabalho de mobilização, Deputado Sucum?
Lá no Pará, por exemplo, tem algum trabalho específico nesse sentido?
Olha, nós já fizemos várias campanhas, inclusive agora ficava falando da diferença de salário.
Uma das campanhas na década passada foi, trabalho igual, falar igual, lembra?
Então era uma grande campanha, né?
A campanha denuncia o silêncio acústico da violência, né?
Participa, é a questão do poder político, é uma das últimas campanhas que se vemos.
E por último, inclusive essa questão, se a mulher, muitas vezes ela tem vergonha de denuncia
que está sofrendo violência, mas os órgãos públicos, hoje todo o sistema de saúde que atende a mulher
é obrigada a fazer a denuncia. Se chega uma mulher vítima da violência
que não denunciona a delegacia da mulher em qualquer lugar,
se o atendente, o médico psicólogo percebe que foi violência,
que às vezes a mulher fica aí dedicada, né?
Ele é obrigada a denuncer, inclusive é uma lei já, né?
Que foi, vamos ver assim, da minha autoria, na legislatura patada, né?
Ela precisa controlar e fiscalizar.
Mas hoje já há mais imensos de mulheres em todo o Brasil que vivem nessa questão das costas, né?
E, por exemplo, isso permite a presença da criação da Secretaria de Políticas para a Mulher.
Para a Mulher.
Tão feitos um trabalho extraordinário, só que não é contemplado com os recursos necessários
para implementar essa política, essa diversidade de projetos e programas,
mas há uma presença importante do governo através dessa Secretaria.
Nós estamos aproximando o final do programa e eu gostaria agora de abrir os microfones
para duas grandes estações e agora diretamente com as telespectadoras que estão ouvindo as horas
para a gente encerrar esse programa dedicado à Mulher.
Então, quando a socorro fica, ela diria para uma mulher lá da sua terra, lá do Pará,
do finalzinho desse programa, em trinta segundos.
Trinta segundos.
Eu diria que participa do Centro Comunitário, a sua criação de moradores, do sindicato,
tem pra ver a luta para aqui o Estado, ele garanta políticas públicas, fez a creche, lavanderia, restaurantes,
e que tem basta a violência, denuncie e se organize para acessar do Poder Político,
porque a Mulher deve ter poder.
Que é a diferença?
Com certeza.
É mais da metade do Brasil.
Eu vou acessar antes.
Eu vou acessar antes.
A mensagem da Deputada é suficiente, mas eu diria que a gente tem que entender e não ter medo do Poder,
não achar que o Poder é para o homem, educar nossos filhos e nossas filhas de forma igual
para que os dois possam discutir espaços na sociedade e o Poder é a condição que a gente tem
para garantir os nossos direitos.
Portanto, disputar o Poder, conquistar o Poder para garantir nossos direitos, isso atende cada um de nós.
Bom, parabéns às mulheres pela passagem do seu dia.
Eu quero agradecer a participação da Prazo Coro, da Prazerundina, convivadas para outras,
outros encontros como esse.
Nós em debate fica por aqui, entre em contato conosco, faça suas críticas, manda suas sugestões,
compõe até mais para o nosso programa.
Eu não segui a noite aí, a Brasil, em debate, tudo junto, arromba a câmera.9.br.
E o nosso telefone é o 0800-619-619, ligação gratuita.
Obrigado pela audiência, um abraço e até a próxima.
