Vou até o fim, todo ser eu um E não há nenhum mal em ser amigo
Tô pelo dilão, leva pelo fio E não há desvio, até um vivo
Todos nós em só, todos nós os mesmos Todos nós no nó, todos nós
Todos nós em só, todos nós os mesmos
A representação social é o feminino tendo a dirigir o posão dos altos
Pode ser que ela tenha maior importância na secretaria das mulheres
Por isso que seria importante criar um canal de consulta com ela
Como fazer isso? A pergunta está lançada no final
Olha a criatividade que tem no início, como fazer isso?
Análise, você queria continuar?
Fiquei pensando que estar preparada para o exercício do conselho que nós fizemos aqui
E, de fato, estar com certeza de que nós fomos em menor dúvida para o exercício de qualquer adivinamento
Ser do momento social, local, nós
Se a gente for ver tudo lá no todo momento, a gente nos contega isso
Como respeita a gente
Essa questão para a construção histórica do canal de viagem que a gente fez
Muitas mesmas notas diferentes para o mesmo com o conselho
E a mulher que fala algo
Manda em lugares arrastados, sem infraestrutura, sem transporte público
A minha casa e a minha vida é um desastre na vida das famílias e das mulheres em geral
Que conseguem a casa, porque elas só recebiam a casa
A casa não tem 100 contas também enfrentadas
É a questão de, é a questão desse momento
Porque ela, por não ser do momento, ela não conhece a sua vida
E tem que fazer isso com nós, com o movimento, fazer isso com o tambor
Colocar o escor
Que vai acabar com a natureza toda, com a nossa exágua, com a nossa coragem
E com o nosso recorso para trás
Então, esse desenvolvimento não serve para nós
Não serve porque é um contrário, ele impacta de forma cruel
As mulheres de todos os lugares do nosso Brasil
Isso, nós temos que dizer todo dia nas ruas
Porque é difícil a gente chegar lá com a Dilma pra descer
Portanto, o governo vai ter um viés mais ou menos desreconvertida
Se nós estivermos organizadas, debatermos
Ela colocou a ordem, a ordem repetir
Mas, eu acho que nós também temos que saber
Que tem que ser pras de novo no seu mundo
No modelo com as grandes empresas
É aqui que se gravante o governo
Para fazer esse movimento e esses experimentos
Quando o governo pega o experimento
Que o Guaio Mágico já está adorno do Mato Brosso há muito tempo
E outra coisa, para complexar com a questão
Que não é só pensar no nosso lugar, no nosso município
Ainda que a gente tem que fazer isso
Mas tem que pensar essa com a relação que tem com as linhas mais gerais
A Laimunda falou agora que o preço dos alimentos aumentou muito
O governo está tentando lidar com essa ação
Esse preço dos alimentos, esse aumento do preço
Não está vindo para o Brasil
E ele está sendo um tipo de população
Depois que as bolsas de valores estão vindo para o governo
Isso aí, o nosso negócio é dar prazer em busca de preocupação
E eu acho que isso aqui nos pode, né
É, a gente vê que a toda essa situação tem que intervir, entrar
Mas assim, a gente tem que ver, né
O Mato Brosso também é a roda ferroviária
E essa é a questão da roda ferroviária
Eu não sei se vocês sabem, que Mato Brosso também
Que foi segundo o Estado e mais traficou mulheres
Então a gente pensa esse dado também
Então a gente fala muito, muito sério do que cada vez que vem
O desenvolvimento que vem, essas grandes empresas
Pegar dentro do Mato Brosso
Em relação a essas...
Com essas mulheres, não entraram a filha de mulheres
Vender as mulheres mesmo
Ela é o Mato Brosso, filha dele
Ele falou abertamente
Então o que ele veio fazer aqui
Não discutir isso aqui no Brasil
Porque aqui ele sabe que se ele falar sobre o imprimento
O bichinho ia pegar, né
Ou o que ele quer fazer, discutir, assinar por tópicos
E aí no final, quando chegar lá, está tudo organizado
Porque o que ele foi assinar e falar lá abertamente
Justamente porque é a favor
É muito importante, é muito importante
E a nossa organização local
É a nossa aliança, as missões com o Mato Brosso
Para ir antes de fato avançar o FIJ
Porque é perigente de ser uma vela dosas
Por que ele não achava o FIJ?
Porque ele achava o FIJ
Porque ele não achava o FIJ
Porque ele não achava o FIJ
Porque ele não achava o FIJ
Porque ele já achava o FIJ
E por que ele achava o FIJ
Porque ele achava o FIJ
Porque ele achava o FIJ
E aídua tiemos a Energy
Que é o Mario Sim
E estão muito felizes porque
Na nossa cultura que muda o 종io
Então, ficamos felizes a ver
Que muita coisa vai mudar
Já temos nós noção, já achamos isso
que a gente espera hoje, mas não que a gente se preocupa tanto mais com as mulheres,
a gente se dá, né?
O pessoal vai falar, né?
Eu fiquei alusado a comer isso já foi.
Eu não aceitamos antes de discutir, mas agora, quando a gente espera,
a gente chega e não sabe, tá?
E as coisas mudam.
As coisas estão mudando.
E as coisas vão acontecer,
e as vezes que a gente vem, o som morre a quando a gente vai comer as coisas.
E depois o som não é aonde está.
Hoje a gente está com as nossas tags, né?
Estamos lá, mas a gente tem que preocupar sobre o que fazer com as nossas tags.
O que é?
O que é?
O que é?
Nós sabemos.
É quase que nós, indígenas, somos as possibilidades de ser mineral.
Então, gente, hoje a gente espera um tempo que ela vem,
que nós, indígenas, a gente dá um som sobre o que é.
A gente precisa as coisas.
A gente precisa isso.
Eu não sei por que a gente vai fazer isso.
Outra coisa muito importante, gente,
é a EMT participar do projeto de reforma política.
O que vai se fazer uma reforma política,
uma corossa, que vai congelar tudo no jeito,
colocando esses lagartos no poder, que só estão lá para ganhar dinheiro.
Eles ganham mais de 100 mil reais a mês.
Não sei se sabe.
A gente não vai com nada que só vir para transar,
para comer, para nada.
Para nada.
Não servem nada.
Então, eu sugiro que a gente tenha que não participar,
se passar nada, e efetiva, do movimento social das mulheres, nos projetos de reforma política.
Isso aí é uma coisa que agora é um autodipo.
Claro.
Vem lá que eu acho que é igual a isso.
Isso aí é vital.
É.
A gente não vai considerar que é uma surregoada racial,
mas você tem uma política de desmasso,
então, os quilombolas, por exemplo,
você tem uma política que protela cada dia mais
das pessoas que passam os quilombolas indígenas.
Então, isso eu acho que a gente como ação de um movimento
foi protegida tão igual a das mulheres internas,
que isso não pode negar.
Então, acho que, inclusive, a IMB, para mim, devemos precisar,
se a gente não deducir o movimento,
claro, a gente identificar e denunciar
como ele é igual para as nossas doenças,
como ele é igual para as nossas possibilidades.
E isso, para mim, é um ponto de raste no movimento.
summer de CAP, em 2015,
eles Until
Para escolher um grupo para escolher, se vocês quiserem um termo de sucesso, uma pessoa para ser a escritora do Rio de Janeiro na plena, precisaria meter a que fez.
Se não vamos escolher aqui a equipe que vai escolher, se vai colocar lá na plena, essas questões que nós vamos estar aqui colocadas.
O que vamos fazer, de vez em vez sem nada, é que nós construímos aqui com a miquesa de experiência, de conhecimento e de lista.
Outra coisa é, quando esse PPA vem para a Secretaria de Estado, o quanto é difícil você tirar aquelas miquesas para estar fazendo cobrindo em cozinha alguns janeiros.
Então assim, eu aprendi na SED, por exemplo, que o diretor financeiro tem um poder tão grande para ir na nossa vida, companheira, para a gente ser dona do nosso trabalho.
Porque eu aprendi isso na FED, enquanto eu tive no chão, nunca ninguém olhou para mim, passa aqui nenhuma hora.
O dia que eu acordei e gritei, por que eu sou pobre nesse Brasil, que diz que é salveio? Aí eu me senti, eu estava na vassoura porque não sabia fazer nada.
Então eu fui aprender a fazer alguma coisa para dizer, a senhora corre a sua profissão, eu sou cozinheira de forno e fucão.
Ainda cozinha, mas eu achei que controlhava, fui trabalhar em todas as casas da elite do janeiro do Estado. Óbete marinho, prezola, não sei mais quem é ministro da aeronáutica, tudo isso é entremascado.
Então eu sei o que é a elite, a elite estalonge de nós.
Eu acho que quem tem mais sensibilidade nesse rádio que a gente fala de fome e pobreza. Nós mulheres, porque nós não temos um filho, ele não precisa nem chorar para a gente saber que é a hora de comer.
E aí eu pergunto assim, por que essa discriminação com as mulheres na política, porque só 30% porque não 50% ou porque não 70% de mulheres na política e 30% de homens?
Já que nós somos mais sensíveis, já que nós somos mais capazes de perceber a questão da fome e pobreza, por que não fazer o contrário?
Então você vê isso aí, a minha reivindicação é mais que essa da política. Vamos quebrar esse negócio aí, eu me entrego por cento e vamos colocar 50% ou mais, porque nós mulheres somos sensíveis.
Fica quase tarde, fica assim.
Vai ser distinto.
Esqueça.
