Oh, mana minha, oh linda sereia, oh, mana minha, oh linda sereia, oh rubarana, senhora guerreira, oh rubarana, senhora guerreira.
É um dono que Deus dá, né? Eu acho que você já nasce com aquilo e você traça aquilo já desde pequenininho.
Então, quando você tem esse pensamento, quando tem essa facilidade de perceber o que você quer pra tua vida, o que você faz de melhor, só seguir em frente e batalhar.
Os seis anos eu já jogava no meio do rio, seis anos, e a gente achava rio, que era uma crítica da feira, lá no marido.
Eu ficava tão agumiada, eu trabalhando de faxineira nas casas, eu passava via ela jogando mais o campo, foi de mim, meu Deus.
Quando eu tinha bola, eu tomava emprestado, quando eu tomava emprestado, eu fazia uma bola de papel, quando eu xia, eu fazia bola pra brincar.
Qualquer cara que chegava, ela fazia um tizinho dela e jogava.
Ela saía com o livrinho debaixo do braço e dizendo, eu vou pra escola, tá? Passava dois, três dias sem a aula, não ia de jeito nenhum.
A gente sabemos que, no sertão de Alagoas, falta a oportunidade, falta a estrutura pra você aplicar recursos pra essas pessoas progredir.
Aqui nós a jogamos uma mata de todas as formas pra ela ir embora, ela rodou um bocado, não foi logo pra seleção brasileira.
Olha a Marta, grande jogada, meteu aqui na esquerda, Michael, a batida, spam, a goleira! Olha a Marta batida!
O presidente do Úmio da Suécia, ele me viu jogando em 2003 mundial, se interessou bastante e resolveram fazer uma proposta pra ir pro Suécio.
Ele me viu em Marta, um grande chão. Então, começamos um processo recruteiro pra ter um contacto com a Marta.
E eu took a ajuda de Odin, porque ele falou português.
Quando o Rolando me pediu pra entrar em contato com ela, ele deu-me um telefone. Eu telefonava 5, 6, 7, 8 vezes por dia.
E a Marta, 17 anos, 9, não tava acreditar em mim, não.
Falei, não, assim, logo de primeira. Daí eles insisteiram, e daí eu vi que a coisa era séria mesmo, aí eu falei assim, eu levo o jeito pra isso e vou batalhar pra poder me tornar uma jogadora profissional e me destacar, e especial ajudar a minha família.
Como um salvador de Engel, ela lançou a Marta do futebol brasileiro. E foi em febrar de 2004.
Eu senti que eu não tinha visto a futebol na época. Eu fiz 18 anos lá.
Tinha bastante Deepfoot, intelligence, que foram muito datedos.
No local market atingindo flies fish.
Em sr.la, você poderia 취 como um game do técnico blindee,
mas isso não iaaktu.
Se fosse a minha criança,
e formeram jogos de estilo eram bemligh切 Machado
mas nosfashionedigamente é de tocar o mundo, de pensar só assim, das maneiras brasilianas.
A gente chegou na cidade no inverno mesmo, não dava pra entender muito bem, era muita
gente.
O futebol é muito universal.
O futebol tem realmente nenhum problema.
Você pode mostrar com pássaros,
ou você pode mostrar pássaros,
e isso é o que funciona.
Desde o início, quando você está abrindo,
você não pode perguntar
sobre as perguntas pessoais.
Então, é enorme,
porque você é uma pessoa maravilhosa.
E isso é o que você começa
quando você está abrindo,
porque é o que você sente.
O começo foi bastante difícil, lógico.
A dificuldade que a gente tinha
de comunicação,
o frio também.
Não dava para sentir muito pé.
Mas eu encarei, assim,
como mais uma oportunidade na minha vida.
E eu me focalizei mesmo
no futebol.
Eu me focalizei mesmo no futebol.
Eu me focalizei no futebol.
Marta era uma das grandes anteriores
para que o dano de futebol
conseguisse uma grande publicidade em Sérgio.
Muita gente
veio ao jogo
e foi ideal para muitos jogadores
que poderiam dizer a ela como um prédio.
Foi realmente
onde tudo começou
em termos de destaque,
de desenvolvimento no futebol.
Até uma vez ela falou assim.
Eu diga minha filha, se a bola
bater em você, nos certos cantar assim,
no seu, em qualquer canto
e fazer uma coisa ruim, você morrer.
Dá uma coisa ruim, você morrer.
Ela falou assim, oh, minha mãe,
se eu morrer, pode botar uma bola
do lado do meu caixão, que eu vou sastrer.
Ela falou isso?
Oh, Marta!
Oh, Marta!
Oh, Marta!
