Eu não sou de nenhum partido nem sou de futebol, sempre gostei de fazer valer os
meus direitos, mas nem sempre fui de mobilizações, que morei um certo tempo para me envolver
com a política, para gostar de política.
Mas quando me dei conta de que era preciso organizar para mudar, nunca mais fui a mesma.
Não sei dizer quando comecei a ver a política de um jeito diferente, talvez tenham sido
quando refleti sobre o papel das mulheres nisso tudo.
Na população faz diferença, sempre quis estudar esse tema e saber também como as
coisas acontecem na prática.
De todo repetir que não gostamos de política, nem percebemos o quanto ela está presente
nas nossas vidas.
Dois enfantes lá na escola, quando escolhemos representantes de turma, na época as meninas
costumam ser bem ativas, mas quando a política vira jogo de adultos, ali os homens tomam
uma frente.
Mas precisam inventar novas formas de chamar a atenção e brigar pelos direitos.
As mulheres organizadas e feministas que eram fazendo uma política do J.B.P.E.E.
não quer reproduzir, mas o jeito que tem o que está aí.
A gente precisa entender que é justamente a faculdade de ligar a mente e o coração
de fazer essas indignações, ela pode fazer essa indignação produtiva, uma modificação,
essa indignação cidadã.
O que a gente olha, porque eu estou indignavel, eu estou trazendo essa indignação sobre
isso, que é isso que eu vou fazer, chamar a pessoa de dizer que não tem muita coisa
para dizer, é para decidir.
A gente também quer gerir e para melhor.
A família não vê a política em partido nenhum, a política não tem liga a partida,
a política tem liga a essa emoção, essa emoção de que a gente está junto e que a gente
tem que entender muito.
A gente não acha que a corrupção é horrível.
E grande.
A gente não pode mostrar a gente achar que estamos a um lugar de negociação que nós
já temos que continuar, que já é arrebentar o plano.
O feminismo é descobrir a intuição.
Me dei conta das diversidades e das opressões vividas pelas mulheres.
São todas diferentes, muito diferentes.
Zonas, restiças, ricas, mordestinas, empresárias, operárias, zonas de casa.
Cada uma vive os preconceitos conforme a sua realidade.
Sempre vive no centro urbano, mas não foi difícil entender as mulheres rurais.
Elas estão cada vez mais presentes nos sindicatos, e apora baixa essa história de que só os
homens podem decidir.
300 em tempos reúnem sem Brasília, aos milhares.
Querem mais espaço e mais representação.
Querem provar que tem força.
Nosso projeto político de Brasília, de nação, é fazer com que as mulheres também assim
como podem. A nossa primeira grande luta só para poder ver o que existe, os ônibus que vamos falar.
Aí, depois dos ônibus, eles estão organizando as outras.
Na União União, a gente não tinha as mulheres.
Então, eu comecei a falar muito, como diziam eles.
Falar muito, ela fala muito.
Em pouco tempo por falar muito, as pessoas me compreenderam que eu deveria ser por fora
dos sindicatos, desde o poder a uma marcha dessa.
Voltam para os seus estados, querem discutir a espada de eleições, querem discutir as
políticas públicas.
Voltam, dizão, e além do que leve a brilhar no Brasil inteiro.
Não é um lugar revolucionário.
Mas tem muito momento para ver. Mas estamos, na verdade, todas vocês, parceiras do Brasil.
Som da vida, som da fé, som da vida, som da fé, som da vida, som da fé.
A gente é pobre, só para não se enterrar, não é?
É forte para ele ter que aproveitar, mas dá risco para lá, para se trabalhar dá resultado,
né? A vida do certo é dura.
Se a pessoa pegar tudo que tem a acabar, vai sofrer mais na frente.
Mas não tem mais cor de ninguém, os irmãos não dá por não ordenado.
Dizem, o sindicato, eu se entendi.
Fala desde o sindicato, que é o ânimo.
Olha o pobre que está ajudando os trabalhadores, da maneira que pode.
Não pode dar raça, sabe, né?
Não pode dar por não.
E se não forca elas lá, né, as mulheres do sindicato, o que é que elas dão a gente?
É, os outros são muito bons, mas as mulheres dão mais uma poeja gente, né?
Toda uma pessoa gentilha, ela não é uma poeja gente.
Se nós só se apussem, só sabe gente o ser em cá.
Se nós só se apusem em cá, se nós não se receitem cá, se nós só se apusem em cá,
a gente pode ir com todos, né? É nossa, ele foi fundado com nossa esforça, tudo foi nossa, ele foi a sociação transganizou.
Tudo é nosso, é a Rádio de Sué, os aliados que estão se reunindo e o recado da aldeia da sociação.
Quem vai colhar fácil é boa, é uma tumiga, não sei se é um...
A menina foi na adoração do sindicato, em vez da coisa do sindicato.
Eu fiquei ali, acho que eu estou com isso, mas não sei o quanto de gente que tem o sindicato.
Qual como se movilizou, como a Bremen, viu? Com a feira da rua, com a pegulha dele, né?
A vaca, a veiceira, tem umas vinte e cinco.
E aí temos ferneiras e novidas que a gente também queria e vende quando alguém procura, né?
Veracente, velho, o convite é ótimo, não quer participar da diretoria do sindicato, né?
E nessa maneira eu entrei no sindicato.
As mulheres se movimentam bastante, eu tenho que trabalhar o dobro para poder participar disso, né?
Porque o fazer de casa fica para ela, né?
Então não importa, a mulher não deve se importar a isso não ficou bem arrumada em casa,
eu deixei de fazer isso, fazer aquilo, para poder acompanhar esse trabalho.
E é bom, eu acho que é gratificante poder participar dessas lutas que, um dia,
quer dizer, as mulheres ajudaram, as mulheres participaram por ser anos atrás, a mulher não participava.
O mesmo jeito que eu percebi as diferenças entre as pessoas,
me dei conta também das diferentes formas de organização política.
Muitas mulheres começam a se envolver com os problemas da comunidade por por instinto.
E no dia a dia descobrem formas mais solidárias, democráticas de organizar as coisas.
Bom, a binária que era parecida, ela tem como os 20 anos.
E as condições que tinha eram as condições que os jovens e moradores podiam dar.
Então, um canamento básico, eles existiam, mas de uma forma muito precária,
porque cada um colocava os câmeros conforme tinha condições.
Mas tudo, né? Ela mudou com o orçamento participo.
Isso, é um jeito de fazer política que é legal porque você sente ele no dia a dia que vai mudando a condição de vida.
A presença maior é das mulheres. Exatamente porque as mulheres que vivem o dia inteiro com as condições,
as consequências de não ter essas necessidades básicas, elas caem sobretudo nos filhos,
que as mulheres têm uma ligação muito mais forte, né?
É isso que tem muito mais diferença de fazer política sem, sinceramente,
estar vindo lá de um partido político com as mandatas.
O orçamento participo foi exatamente essa experiência de comunidade, de a gente poder decidir
o que que deve ser feito com o dinheiro público, com o dinheiro que ele era,
a mente que vem dessa mesma população, através dos seus impostos.
Mãe Capatinho, fui ensinada demais e era para todo mundo fazer.
Não sei como é que a gente vai resolver isso, né?
Ainda não posso ser o seguinte.
Nós vamos fazer isso, que estão aí e vamos encerrar o Capatinho com a linda por causa.
Se for também a dúzia saber, as outras não fazerem, então a gente encerra,
aí termina e não faz mais.
E nós é uma cooperativa toda que a gente fazia.
E Capitão?
Capitão, alguém tem uma ideia contrária?
A gente pode mudar toda a nossa vida, a gente pode mudar também a questão do trabalho.
E aí nós ensinamos várias mulheres, ensinamos a pensar que a gente podia estar trabalhando muito,
que os traduzimos e dá uma resposta à situação de trabalho.
Essa realização também está nos mulheres que conseguem olhar um todo de nós cegais.
Na maior parte das conversas, evita-se falar de partidos, eleições e candidatos.
É como se existisse uma distância enorme entre a política popular
e aquela que é feita nos espaços mais formais.
Quase como se as duas não se comunicaçam.
E quando parece que as pessoas vão desistir da política representativa,
as mulheres se fazem presentes para mostrar que é fundamental estarmos nesses espaços.
Você se leste a ter um compromisso com a mulher brasileira, portanto acabarmos o país com a violência contra a mulher desde de casa.
Eu considero uma grande vitória que esta casa dá para coibir, prevenir e punir a violência do mestre familiar contra a mulher.
Eu não sei o que dizer, se aquele vota, se o MDB vota assim, aprovar por um de uma mudança.
E no equipamento eu comecei a ver que se a gente não se unir, os objetivos não são alcançados.
Quando tomaram conhecimento do meu estado e me perguntaram se eu queria fazer uma denúncia,
nunca eu cometei entre americães e direitos humanos, então ali eu viso uma possibilidade limpa de eu conseguir mostrar.
A gente conseguiu mostrar o Brasil, eu junto com o Sejil e o Cabem.
A gente conseguiu mostrar o Brasil porque o Brasil não receitava as mulheres.
E para mim não importava mais se ele fosse preso, se não fosse.
Tinha assim...
O presidente da República sanciona a lei de enfrentamento à violência doméstica,
que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
Não tem uma vitória democrática de todas as mulheres do nosso Brasil.
Mas se fosse possível dar o nome a essa lei, eu acho que nós abatizamos que essa lei deveria se chamar a lei Maria da Penha.
Eu tenho recebido muita vitória.
Eu tenho recebido muita vitória.
Aí assim, às vezes digo, puxa, seria bom.
Mas eu tenho muito medo porque eu não tenho essa meditância institucionalizada,
eu não entendo, entendeu? Nunca participei, não tenho... Não tinha assim muita fascinação, né?
Aí eu tenho medo, assim, de as pessoas por causa do meu nome serarem milagres, né?
E eu não ser capaz de frustrá-las.
Nós não somos o poder, nós não temos o poder.
Nós temos, por delegação do povo, o poder para exercer o seu nome.
A nossa democracia não se consolidará se esse estado de coisa se permanecer como está.
Nós somos o poder, nós estamos o poder para exercer-lo de forma diferente,
transformar o poder.
Ou nós fazemos a diferença, ou nós terminamos contribuindo e focaletando essa prática patriarcal,
massista, da forma de exercer o poder nesse país.
E temos que fazer a diferença ao ser nos fiéis da nós mesmas.
Nós somos os caracteristas, nosso modo de ser, as nossas origens.
Eles não acham que nós somos exterminados, nós somos desigualmente tratados.
Porque eles não avaliam que o fato de um ieste conseguir ser presente nas portas dos cidades
é uma exceção regra, não é a regra. E confirma a regra.
A democracia representativa não se consolida, ela está em crise.
Ela é lutamente desistada para a nossa sobrevivência política.
Nesses espaços nós estamos articuladas e converginos na filosofia que estava existindo,
apesar das divergências ideológicas acidadas da cidade.
Mas é insuficiente, nós não conseguimos ainda uma unidade de atuação,
uma solidariedade de gênero estudante.
Nós temos a tarefa também com educadoras, como pegadores, eternas as nossas bancadas,
internas os nossos patistas, e fazendo a solúcia, dando a nossa contribuição pequena,
limitada, mas a condição para que essa mudança ocorra num tempo menor do que puderá ser
se nós não tínhamos essa nossa partidinha.
Nesses espaços chegaram a um ponto mais reflexivo, de procurar as mulheres que tensam a política,
que discutem as questões culturais que moldaram nosso pensamento por tanto tempo.
A gente não faz isso só da militância, a justiça é preciso sobre a prática que a gente acumula.
Então nós vamos fazer emendas para o assamento, para ter políticas, recursos para as políticas de sentamento realmente contra as mulheres.
Por quê? Então, o que os esfiólogos estão dizendo sobre isso?
O que é que acontece? O que é que um papercado de ação presente?
Eu aprendi na escola que, quando era uma boa aluna, o que linda era uma boa professora,
mas o meu amiguinho, que é a mesma nota que eu, ia ser um excelente gênero.
Então, é claro que você vai ter que limitar nas suas escolhas.
Ah, legal, pode ser professora e outro, pode ser noite, engenheiro e tal.
Isso é tudo sotrizado desse processo coletivo, desse processo de socialização que tem, sim,
que é reprodutor dessas igualdades que é na sociedade do BC, das igualdades de rápido, de gênero, de classe, principalmente.
Então, esse processo de socialização, elas também vão estar presentes, acho que na prática política,
das mulheres, ou nas mulheres na academia, quando vão escolher o tema que vão trabalhar,
ou até mesmo dentro do ambiente legislativo, se a gente está a pensar, por exemplo, a Cão Maria Senado,
em que, quando você vê a maior parte das poucas mulheres que lá estão, né,
são quase todas na comunidade de educação, na segurança da família,
e quando a gente precisa de uma super liberança,
aí a gente consiga acompanhar os projetos na comunidade de educação,
com pouquíssimas, né?
Isso é muito claro, se a gente tem os recursos para conseguir se candidatar,
e recursos privados que tornam as campanhas ainda mais altas,
então para as mulheres que conseguem acionar esse benefício, também vão fazer leitos, né?
Basta ver se você só pega uma diferença forte lá dentro.
Bom, eu venho de família polícia, no pai, nos tios, nos prinhos, padrinhos, madrinhas,
mas a triunação é bem natural.
Desde criança eu sonhava ser política.
Brincava de comício na sala de aula, na hora do recreio,
sonhava ser presidente do Brasil,
eu passei a participar do movimento partidário da juventude do PSDB,
quando eu comei conhecimento real da política de fazer bem, da política para a mudança,
para a decisão da política para melhorar a vida da pessoa.
O jovem não está ali apenas para fazer o aloeio, para fazer o grito,
mas para fazer-se de uma bandeira fixa de representatividade em todos os seus momentos.
O jovem, que além de sonhar, ele está para contratizar.
Tudo aquilo que você faz quando você gosta, você faz bem.
E eu tenho uma credibilidade de poder contribuir à melhoria do meu país,
à melhoria do meu estado, à melhoria do meu município.
Eu tive com raço no período da Foscaira um dia,
mas eu tive com raço em quase as vezes, na Ocumandé, lá, em Inimandé, lá,
então, eu sempre me sonhei, tipo, acontecendo sendo preceita da cidade de São Paulo.
Mas eu, assim, apanhando hoje, não tenho condições nenhuma de condição que está aí.
Nosso termo dúvidas de que é fundamental que a gente esteja nos passos de decisão,
nos passos de gestão e monitoramento de todo esse processo da cultura de faculdade.
Tenho interesse, mas eu entendo muito bem o que elas estão exigindo.
Eu procuro entender qual é a sua dificuldade,
eu procuro entender o que elas têm e o que elas fazem.
Eu procuro cair do meu lugar para conhecer,
e volto para o meu lugar pensando, ah, realmente eu fiz isso.
Comente nós que vamos poder resolver esse problema, esse fase de laudade.
Eu me tenho como chegar, chamar os orissás para vir aqui, orissá, orissá.
Nós nos temos condições de ver isso.
Ah, sei lá, Jesus, vem cá. Eu não sei fazer isso.
Não é, somos nós.
Reconhecendo as nossas fraquezas e as nossas qualidades, nós poderemos avançar.
Para viver em conjunto, é preciso que cada um dê um pedaço.
Ninguém pode ter tudo o que quer.
Então a arte de você contactibilizar pessoas diferentes para viver em juntos, é isso que é política.
Ele foi economista.
Foi a única mulher da turma.
Foi a primeira mulher da Comissão de Finanças.
Falta de furesta.
Agora isso não que eu tenha que ser diferente do homem, mas eu sou diferente do homem.
Então até nos discursos se pediam comportamento diferente da política mulher
em relação a determinados temas que exigem sensibilidade, doação, voluntário hábito.
Nossa, eles podem fazer isso sim, mas com a firmeza de ser igual no campo político e ser igual no campo da luta.
Normalmente a gente tem que trabalhar ao dobro, porque a gente tem que trabalhar uma vez naquilo que quer.
Então mostra a competência para isso.
E na segunda parte tem que vencer preconceitos.
Ele foi dizer, olha, eu posso fazer. Tem competência para fazer. Mas há uma quebrança maior.
Não tem, não tem ser dessa não.
Tem que ser perfeita, ser paresta, ser uma criança cobra da mãe.
Responder dizendo assim, não, eu vou atuar com sensibilidade. Se for uma senhora sua.
Você também é sua com sensibilidade, não delegue a sensibilidade para a mulher.
A sua e com sensibilidade também é que nós vamos chegar a um ponto comum,
sendo lá naquela fangência que for.
Olha, eu entrei nesse caminho através da organização comunitária.
Durando na fazela, sem água, sem luz, sem oportunidade de trabalho, sem escolaridade,
senti que precisava estar organizada.
E aí, então, nesse movimento dos fazelados, eu iniciei a minha vida.
Eu fui convidada pela comunidade, muito mais do que escolhida pelo partido,
convidada pela comunidade para representá-la.
Então isso me levou a constituinte.
Se nós mulheres somos a bancada do batom, essa bancada do batom não concordava com tudo,
mas usávamos a solidariedade em plenário.
A tua frão nas mulheres, nas casas, foi de tal que ouro, se tivesse vivendo em vossa distância.
Aumentará a transformação civilina na cultura da história.
Eu não quero que a pena se fique registrada na história,
que eu fui a primeira negra, sabe, senadora da República do Brasil,
a primeira negra, governadora de um Estado, a primeira negra e isso aquilo.
Então eu quero realmente que essas pessoas sejam incontáveis na sua representação,
não desistir de antes as dificuldades e saber que você pode chegar assim,
que esse é o nosso lugar.
Não importa o que a cultura política tenha colocado na cabeça da gente,
que coloca mesmo que esse não é o seu lugar, e na cabeça daqueles que não dão oportunidades para nós mulheres.
Mas nós vamos conquistando e aí com muita consciência, com muita consciência,
e de pensar que o dia que é a mulher, como nós somos, majoritárias no mundo,
mas como majoritárias nesses espaços de defusão, o mundo tabar.
Meu pensar político sempre ouviu, precisamos inventar outras formas de atuar,
e ser feliz, defender nossos pontos de vista.
Depois de viver tantas experiências, passei a acreditar que as mulheres,
independente da origem ou do lugar que ocupam,
podem, sim, ter uma atuação diferenciada.
Elas não lutam por lugares privilegiados, querem oportunidades iguais.
Lutam para que a gente não se surpreenda quando uma grande ideia,
uma decisão importante a partir de uma mulher.
