E sabe que ficou mais famoso há dois anos, porque em 2014, foram celebrados os 150 anos
do último tratado de fronteiras de limites entre Portugal e Espanha, que foi quando o
cotomisto terminou em 1864.
Em 1864.
Foi aí.
Foi quando o cotomisto terminou.
E então nas celebrações desses 150 anos, falou-se muito do cotomisto.
Até então conhecia-se pouco, falou-se muito.
E a fronteira foi feita no ano 1961.
Foi quando se fechou a fronteira, que reuniram portugueses e espanhães, certas unidades,
pois altas, para delimitar a fronteira, sacar uma linha, que está em horror marcos.
Então foi para aqui, para Portugal, para a Espanha.
A fronteira, sim, bem.
Muito bem.
A fronteira de 1855.
A fronteira de 1855.
Espera, espera.
Aí tem um conso.
E então é quando se viu o cotomisto, foi sempre desconhecida em Portugal, até há
uns anos, neste aparte, então, atualmente já se fala muito do cotomisto.
É muito interessante, é muito interessante.
E caso como andou-ra, mas andou-ra ficou, apenem do cotomisto não ficou.
Exatamente.
Aqui nos levavam impostos, não íbamos soldados à tropa.
A minha noite eu tinha o cotomisto.
Sim, não me levou a tomar isso, não me levou a tomar isso.
Já ficou a história, que não vale a pena.
Mas agora com o Cesário e com as outras pessoas da terra, o cotomisto, sim, fomos, muitas
vezes, em Portugal, falando de estas coisas.
Claro, reconheceram de que, claro, aquilo que viu um terreno que era um, está em Portugal.
A fronteira é assim, mas aquilo está no limite de Portugal.
Mas está reconhecido, que foi deixado por uma reina espanhola que estuvo, escapada, num
povo desabocado, em outro iaiquim.
Então, ele disse que era um trozo de terra.
E nos puxarmos os generadores eólicos.
Bem, isso já estava, já estava celebrando algo do cotomisto eiquim sem isso.
E depois, com isso, claro, reclamamos.
Quer dizer, que foi uma coisa que se perdeu e que se foi superando.
É exatamente isso.
Como é que isso está igual ao cantorral?
Claro.
Que não havia imposto.
Não passa a estar por eles, mas...
Temos que ir, temos que ir por eles.
E se passar por eles, em vez de um homem que está ali, de...
Era um chuez.
Uma figura, não é?
Era uma figura.
Que está fora da igreja.
Foi o chuez de três povos.
Os tratados que se voiam todos voiam de ali.
Então, claro, cada ano, venham.
Por isso, é claro, metem os papéis hoje que estão dando bastor de personalidades
para o melhor de Portugal ou de Espanha, é o que acorda em ilhas.
A minha estratégia, também, para dar um pouco de difusão.
Bom, sim.
Como isso também?
Para acordar coisas, coisas passadas.
Outra coisa, não.
Não.
Sim, mas quer dizer, tendo esse...
É um patrimônio cultural.
Sim.
Tendo, venham a conservar.
A conservar, claro.
Que as coisas não se esquecem.
Claro.
Foi muita gente para o Portugal, não é?
Muito.
Há que ver justamente a gente.
Muito.
Muito, sim.
Já se estava a mitad do povo, estava em Portugal.
Há outros sitios, França, Suíça...
Sim, vai marcar a Alemanha.
Sim, muita gente.
Muita gente, sim.
A Alemanha também.
Inclusive a gente.
Claro que há anos que marchou.
Às vezes agora venham com retiros para aqui, venham de vacações e assim.
Por exemplo, do Parque Portuguesa, muitos para França.
Para França.
Mais isso, é em Portugal, mais França.
Nós como vimos, está até lá.
Sim.
E é em Flávia.
Está na França, está na França, tudo na França.
Sim, sim, sim.
E aqui, a maioria, pues, para Barcelona ou Alemanha.
Suíça também.
Suíça também.
E em Suíça, mesmo.
Também, já há muitos portugueses, sim.
Sim, também.
Está muito assim, portugueses.
Os portugueses em Bilbao é Barcelona.
E também foram muitos, para Lisboa, para a Estiva e antes ainda da Estiva, aqui as
pessoas falam de...
De que não?
Sim, de Riquiás.
De Riquiás a Ronto Mil, todos na Estiva.
Todos na Estiva.
E antes da Estiva, não sei se eram daqui de Riquiás a Ronto Mil.
Sente aqui quando.
Mas antes da Estiva, iam muitos galegos para Lisboa para...
Quando ainda não houve água canalizada.
E está há 100 anos que ia ligar a água para levar a água à casa da pessoa.
Portanto, sempre houve muitos galegos, não sei se eram daqui, mas sempre houve muitos
galegos em Lisboa.
Sim, sim, sim.
Eu sei que da parte de Riquiás a Ronto Mil, marchavam todos para Ronto Mil para a Estiva.
E tu ganhávamos muito dinheiro e estava todo...
Cada um ganhá um e pudo.
E os portugueses marcharam para a tua lado a vida.
Claro, claro.
Porque sim.
Não, porque os portugueses, eu não vejo os portugueses grandes amigos portugueses.
Sempre houve um trato de vecinos, como se...
Como se não houve a raia, digamos.
Exatamente.
Não...
Não lovámos, sempre xuntos, porque antes se vi aqui muito a vaga, seríamos 70 vecinos.
E se juntávamos a lá, é?
Tínhamos amistades.
Quando às vezes queria passar porque estava...
Aí teve um custo de vaga para a vaga de Mil.
Muitos anos.
Então, claro.
A ver a que que era, minha.
Estava o tempo.
Estava.
Obrigado.
Muito obrigado.
Vínhamos portugueses, buscávamos coisas e, claro, vinharam os guardias.
Então, dizia-lhe algo, sacabalho, algo que levavam.
Sordem que iam a lá, o meu guardado a lá fez outra coisa.
Então, o que eu queria.
Mas, sem vários pesados, levavam-nos bem.
Às vezes podia haver alguma coisa como a entre o vecino não pôs.
Mas era como se fosse o mês.
Exatamente.
Exatamente.
Não se tinha contado.
Não, que iriam contra alguém.
O tempo.
E antes, por exemplo, de que vivia a gente aqui em Santiago?
Dizia-lhe que se dedicavam.
Bom, aqui não se acordamos.
Pois era o que se vivia da agricultura, das vacas.
Havia cabras, havia ovelhas.
Havia carcavalharias.
Havia rotavas a julia, rotavas a verduras todas.
Bem, era possível.
Mas basicamente da agricultura.
Claro, claro.
Havia de comprar um pescado.
Mas depois falavam que quando existia o culto misto,
que viviam como o que mais rotavam, que era tabaco.
De verdade, foi o que saíam do tabaco.
Que botavam o tabaco, que vinteiam o tabaco,
e aqui tinham comerciosas de tudo.
E aqui vinteiam.
Muito também.
Mas mais bem, tudo que nos acordávamos do que se vivia,
que sempre foi da agricultura.
Nos animados.
Claro.
Muito bem.
Vamos ver.
Nós falamos um pouco sobre isso,
mas como era a relação com Portugal,
no sentido de ir ou vir, eles vinham trabalhar para aqui,
ou ajudar, vinham a Jornal.
E aqui é a Jornal.
Não é isso não, mami.
Eu vou te dizer, nós vinham nos o melhor,
mas eu estava contravando algo.
Eu ia buscar coisas ali.
O melhor podiam ir trabalhar,
disse, vinham a ser.
O melhor não dava moseado, vinham,
chamavam de seis os setores, ganando.
E depois, o melhor não dava moseado,
porque era um amigo.
E temos que estes fulano aqui,
que podem estar com eles.
E aí, o Jornal dava pouca coisa.
Mas bem, era a relação entre nós,
o melhor, em algum contravando.
O melhor, para trabalhar,
estava menos, tinha menos adianto.
Então, ao melhor, vinham a arreglar um sacho,
para trabalhar para acabar.
E aqui, havia freiros, e coisas assim.
Venhamos por isso aqui, e nós íamos arreglar outras coisas.
E depois, havia contravandos,
ou vários contravandos, e era aqui.
Relações uns com os outros, assim.
E depois, nós, claro, mais no monte,
porque nos juntávamos.
Nós juntávamos aqui mais fronteiros, então.
Nós juntávamos no monte e nos viemos todos.
Fizam festas, comidas ou...
Nós juntávamos rubores.
Porque aqui só havia um boi que era o boi do pueblo.
Então, tínhamos quatro rapaces,
e vinham a lábimos a lá, entre os rubores.
Um tinha um corno meio roto,
e era desabrucedo do pueblo.
Então, dizíamos assim,
e aí, por que romptamos o corno?
Estou rompendo ou loutando.
Tô louta, muito louta.
Se querendo estragar o do povo trino que o loutamos.
E aí, dizíamos assim,
nós viemos fazer, porque claro,
pode ir a pouco.
E claro, isso era sagrado.
Então, nós punhamos fazer.
E vamos nos sacar da noite.
E levámos.
E nós quedámos de que o barbou.
E amanhã lovamos.
E, então, se ele vinhar,
eu vejo o caso do pueblo todo de Portugal.
E nós só fomos quatro rapaces.
Acabamos o barbou.
Botaram lá no Alfontane.
Nos tremo.
Onde passava a fronteira?
Ele loutamos os urbais.
Ele era um louta, loutaram media hora.
Aquilo, menos que louta.
Em total, o de Portugal.
Claro, o de Portugal.
O poder, claro, o de Portugal.
E o de Portugal.
Mas aí havia um homem que vinha muito aqui.
Ele já tinha amigos aqui.
Ele já estava com ele.
Que é, que é, que é.
Nenhuma outra palavra.
Quatro rapães que vinham aqui.
E agora, com isso, ele sabe que não.
E agora, ele diz.
Não sou um vil mar, nada.
Provamos muito?
Bem.
Para, vamos ver o que é o que é o que é.
E que outras anedotas recordam, assim, da vida na fronteira.
Bom.
Muito, bem.
Muito, é.
E claro, depois também íbamos lá, que é que é muito leis, eu sei.
Cortaram o monte para fazer de camaracas.
Eu ia aqui.
O sábio cortaram os torches, ou seja, tudo isso.
Para fazer de camaracas.
Arvaca, ele até me vinha aqui.
O uso do monte, digamos que era como era...
Bom, eles tinham parte deles.
Habia aí, que havia um...
Se havia esse, qual era?
O limite, sim.
Como se sabe.
E eles podiam passar.
Queria achar um mar coreano, uma coisa que já diferenciava.
Defeito, nós agora, que fomos poucos vizinhos,
em um...
Estamos leionos, temos a calificação e já há muitos anos.
Mas agora, tínhamos outra vizinha parecida esta.
De verdade, complamo que está a calificação.
Em a leinha, agora porque estamos poucos, a leinha.
Antes, como havia tantos vizinhos,
estava mais a leinha, temos muito.
Temos a leinha pronta.
Pois sim, agora, perdão, te alegre.
Venha na...
Venha no nosso terreno.
Venha no nosso terreno.
Mas...
Bom, como eu disse,
eu vou, portanto, toda a leinha.
E antigamente era o contrário, não era?
E onde aqui, também, pescaram a leinha toda a leinha.
Não, na leinha sempre tínhamos normais.
Aqui, em Portugal.
Sempre vou em que mais a leinha...
Porque é o terreno...
É o terreno que produz.
Então, eu queria mais a leinha, calar.
Então, e depois, com o andamor, deixamos morrer.
Então, particulares, hein?
E, bom, eu, quando me dei de contência,
uma toda cortada, as mais claras moitas,
nada, nada, nada.
E depois, entre lá, vendia, não é?
Vinha de noite, constratores, cortavam.
E depois, lá, vendia.
E depois, em Europa, fui lá,
conhecia-me, conhecia-lhe uns amigos,
e deixaram-me por vir a flanga, a flanga, lá.
Fui lá.
E, bom, eu sou queres, pagocha.
E disse, não, eu não chego a cobrar.
Agora já trouxe, não chego a cobrar.
Bássaro da farmácia, porque trouxeram uma máquina para passar um regato.
E fecharam uma coisa para passar para,
para onde havia a leinha, para voar lá, ver nos tratores.
É que eu não cheguei a nada.
Tu vais a da farmácia um pouco e fiques,
para que passará um, para demais ali,
para não morrer.
Assim, é que não, se der a leinha,
então, antes de um Portugal, a leinha havia menos.
Porque, não sei o que, como se diz,
o senhor arrancava, mola.
Mas antes, agora corta-se-se.
E ele cortava-se-se um dia mesmo.
Sim, então, artes de aqui, buscávamos,
o bicho da terra, o rei, que tinha esse,
aí que chegávamos para todos.
Então, buscávamos de rei,
estava assim para que rendeira mais, para queimar.
E, por isso, se vai por aí, a leinha se desborda.
E, depois, tinha outro, que em Portugal,
estava queimado, queimar.
Não sei por que,
devia muito mais lume salado.
E, agora, é mais aqui, que em Portugal.
E agora e mais conseguiste, na final, para eu entrevistar-lhes.
Ah, pois, tínhamos que chamar-lo.
Era sinta e forte.
Estou falando.
Era sinta e forte.
Duas mulheres, que um não tinha as dudas homens.
E tinha 6 ou 7 filhos.
Não, melhor vindo, 8 filhos.
Sim, homem.
Pois, ele iba de Ikea Portugal, cargada e a leinha cargada.
E assim criou os filhos.
E viviam todos para cima.
E a outra, igual.
Pois, não contravando triântelas,
triântia unha e naquilo.
Depois iam vender por Portugal e assim, em verdade.
É muito ínguido, é que quedavam soltas também, muito ínguido.
É um amorel também de 90 ou 80 anos.
E a outra, para lá, está.
Pois.
É o que dissimos.
Sim, sim.
A canta não havia penedrina.
Sim.
Diciam que não era uma banda de cento que vinha a chamar banheiras,
que vinha era uma epidémia.
Então não sei quanto melhor morreram de pessoas.
Não mónica, não é?
Nós é porque nós chamávamos de Agripo Espanhola.
Ah, que vinha dos porcos.
Virei dos porcos, não sei. Tanto mesmo não cheguei a essa vida.
Em Portugal chamamos de Agripo Espanhola em 1918.
É, exatamente.
É Agripo Espanhola, porque foi uma gripe que veio de Espanha,
pelo menos para Portugal.
E dizem que vinha dos porcos, que passavam aos seres humanos.
Não cheguei a essa vez a vinha dos porcos, não me vinha.
Sobeu muito, muito, muito, muito a gente.
Aqui, aqui eu não fui em Paraguay.
Por quê? Não me adianta.
Aqui está André, mas fora vai cria, né?
Vai.
Eu não me adianta.
Então eu vou decidir daquela...
Tu morreu tanta gente, tanta...
E a outra eu não moro.
Por quê? Porque essa gente sobreviveu porque a sangue se via boa.
Não conhece a vida.
Dizem que era uma gripe que afetava mais
os jovens do que os mais velhos.
Sim, sim.
E continuou a ser assim, porque houve depois vários, houve depois outros episódios
dessa gripe nos anos 50 e 60,
e continuavam a ser os jovens e não as pessoas mais velhas.
Sim, sim, sim, sim.
Morreu muita gente com isso.
Muita gente, toda aquela aqui...
E essa foi famosa, o inglês que eu queria dizer.
A estudia, essa...
Quando...
Então depois você estava em um lugar frio,
você estava em um lugar frio,
mas eu não estava feliz porque eu não estava com os animais,
mas tínhamos que entender os animais,
entender os animais.
E havia pessoas delicadas que tínhamos que morrer.
Esperava novidias.
A ver...
As novidias não morriam?
As não morriam.
Mas não encheva por novidias.
Assim morreu a minha irmã de minha água.
Quedou dormido...
Quedou dormido na erva.
Estava jardando as ovelhas.
Quedou dormido na erva.
Havia um medado, havia uma correira...
Havia uma pulmonia.
Pumba.
Minha dose do 14 ano.
Sim, a minha asumia.
Então desde que se intentou a prensina,
aqui vão...
E vão se buscar por toda a lei.
Minha...
E vão se buscar por toda a lei.
Havia um multicario, vão 6, aí em Tuleiro, não?
Sim.
Ele seguia,
A vida, a vida é o que acordamos muito.
Agora que vim a integrir, há muito aqui, no Portugal, ou no Espanho.
Dizia que estivemos lá, estivemos lá.
Eu só me digo que quando eu deixei discutindo, eu vejo um navato que está discutindo,
eu disse, bom, eu vou matar por aí e eu vou lê a verbos.
Mas enquanto não haja problemas na nación, vamos ir.
Porque guerras hoje já não há, como a guerra que passou em Espanha, isso, cuidado.
Com os melhores irmãos, com os três irmãos, tudo isso.
E foi uma guerra muito violenta, não foi. Em Portugal, em Portugal, que não participou na guerra,
foi uma guerra que mesmo assim marcou Portugal.
Porque as pessoas ficaram impressionadas, porque foi uma guerra muito, provocou muita miséria.
E foi uma guerra muito drástica.
Porque lá está as zonas de fronteira em Portugal, vinham espanhóis,
aqui os portugueses protegiam-nos, mas, se calhar, outras zonas não protegiam tanto.
E então, a guarda portuguesa, porque o Salazar estava com o Franco,
contra a República, levava os prisioneiros espanhóis para Espanha,
e eles lá eram fuzilados, não eram mortos, nas praças de Torre.
E pela miséria que chegava a Portugal, foi uma guerra que impressionou muito, uma guerra civil.
E depois, por cima dessa vez, a Segunda Guerra Mundial, que ainda foi feita.
E é isso que fazemos que eram menos guerras, menos mortes.
O que traz as minhas sérias.
Sim, isso é o pior.
Isso é como está o mundo, é como está a Europa e tudo,
eles vinham por Míriques, eles não gostam.
Isso é o bom.
Isso é o bom.
Porque os velhos, já temos passado, já não nos queda nada.
Era a gente nova, que não passa por erlas, porque...
Eu não conheço ninguém em Portugal com mais de 80 anos, que não me falo da guerra civil de Espanha.
Não conheço ninguém com mais de 80 anos, que não me falo da guerra civil.
Mesmo pessoas do litoral, portanto fora da fronteira, do Lisboa, Porta, etc.,
porque chegavam os espanhóis, chegavam os detistas, era preciso enviar ajuda, não era alimentos e isso tudo.
É que aqui, de equipes de povo, estavam uma tia de ires capados, em Portugal.
E, de fato, quando vinham, já morreram.
A meus meus, em Barcelona, vinham aqui e iam lá, a Vila da Ponti,
a falar que as famílias, que já haviam morrido, mais ainda os conheciem e ainda falavam com eles.
A gente não tinha mais que ver, abriam, derrubiram, derrubiram a trabalhar, escapavam da erva.
A gente não tinha mais tudo o que vem agora escapando da erva.
Com frio, estão passando isso.
E você pode pensar nisso.
É melhor que não.
Mas aqui, no caso, por exemplo, ainda bem que os portugenses davam uma ajuda,
para acolher um trabalhinho ou algo para ir tirando.
E depois, o que podiam ainda ajudávamos.
Por isso também nos...
Quando fazemos este projeto da fronteira e tal, sempre pensamos na fronteira como algo que une,
mais que como algo que se pára.
Exatamente.
Eu não sei mais.
Antes, tínhamos estes relatios de onde está lá, de onde está lá, de onde está lá, de onde está lá, de onde, de onde, de onde, de onde, de onde, de onde, de onde, de onde.
E é isso.
Perugir, mas não há fronteiras.
Todos os brancinhos.
Isso está bem.
E antes, uma vez pouco, não havia carreteras.
Se eu ia para o museu e queria uma festa pra ir na bujosa,
eles já não nos conheciam os homens, os homens, os homens, os homens.
Não havia.
Não havia.
Não havia.
Não havia conhecimento.
Então, o único que havia, eu sei que, o que havia.
O que havia.
Agora, a gente está debilitada.
A cultura não assiste a estas coisas.
Eu não posso falar.
Já em Portugal e Espanhol mostram por isso,
que é o que é.
Quer um café, tu?
Não, não, não, garciñas.
Não queres.
Não, não, não, to.
A firme cinto está assim de Português.
E também o de Montalejo, por exemplo, vamos falar justamente.
Mas a firme de Montalejo está assim de português e espanhol.
O que é o que você vai fazer, o que é bonito?
Alquê relacionar-se ao que será a mijosa.
Em uma fronteira, os guardias portugueses e os guardias espanhólios.
Chavos ali, dirá com chocobabu no coche.
Parábamos, pedia em charlatanatín.
Portugueses, colandivas para lá.
Pedia em che, em todo.
E os espanhólios, os padrinhas para cá.
Não vivíamos todos iguales que eu.
E assim é tudo.
