A nossa tela é uma parede que está à vista de todos e que toda a gente pode ver,
pode comentar, pode perceber o que é que está ali a aparecer e tem vinda a ser cresciente
isso e então as pessoas têm vinda a ser educadas também, quando se for ter se cresciente.
Como artista acho que é uma coisa positiva, finalmente as pessoas estão começando a ter
um olhar sobre a arte de supostamente marginal, está a começar a ser legal, legal, acrobatais
de alimentos e os artistas estão a ter mais conhecimento.
Temos instituições de fora, de câmera por fora, mas museus e galerias ainda há uma resistência
bastante grande na Portugal que não vejo qual é o sentido, mas acho que isso é uma questão
de tempo e da nossa exigência a começar a ganhar o espaço e a editar as tendências e
a ter vinda para se portar para o mundo.
Acho que é o caminho certo a seguir e acho que tem havido um esforço só por parte de
muitas pessoas e entidades de Lisboa e em Lisboa a promover a arte urbana e a promover
vários artistas.
Tem amigos estrangeiros que chamam a Portugal a praia, a praia do Grafite Europeu e é,
porque no Código Penólogo português não se encontra, pelo menos até agora e espero
que se não tenha dado muito tempo, nenhuma legislação que prenda o writer mesmo que faça vandalismo,
ou que seja considerado vandalismo.
Portanto, se é uma praia e essa praia vai para além do vandalismo e ainda vai chegar
à parte artística e em Lisboa nós podemos simplesmente contactar a Câmara de Lisboa
e ter a possibilidade de ter uma praia disponível.
O arte facto deve chegar a todos os lados e é interessante ver que em outras cidades
no mundo fora já fazem isso há muito tempo e em Lisboa, se calhar só a meia dos idianos,
é que começa a haver uma intervenção assim mais visível e propositada por parte, enfim,
de alguns agentes culturais.
Se tu faz aquelas fábricas ali da linha de cintra e não haja em suro e cintas,
que tens de desabandonados, com peças brutais, com cintas estupidamente bonitas,
só que não chega às pessoas.
E depois, em compensações altas aqui, nos anos de Lisboa, tem as paredes daquele poder,
literalmente aquele poder que vivem como isto era.
E as pessoas agora assim começam a aparecer pintados, mas eu ainda acho pouco,
porque as paredes não só tivam estar habitados como pintados por fora.
Há vários aspectos de isto também relacionados com isto.
Com o que se faz na rua, o que é que isso proporciona nos espaços em que são feitos e por aí fora,
mas eu acho que o saldo é positivo, enfim.
O urso nasce de duas paixões associadas, de uma paixão de três pessoas pela Arte Urbana,
pela Estritarte, pelo Graffiti, e uma paixão pela Defendant.
Nós encaramos a Estritarte e o Arte Urbana como uma forma de reivindição dos cidades.
Nós já conhecíamos os artistas, já sabíamos quase é que criamos,
para mesmo montar o festival e os veóres realmente concretizaram o desejo,
o sonho que nós tínhamos de fazer na aula.
A galeria da Arte Urbana surge em outubro de 2008, na altura quando a Câmara decide
desenvolver um projeto de reabilitação do bairro alto.
Começando logo a instalar ali na Calçada da Glória, ainda onde estão hoje os painéis,
um conjunto de estruturas que seriam indicadas à Arte Urbana.
Quando começas a trazer contributos de outros, de alguma forma,
estes horizontes alargam-se, porque nem todos os artistas da Arte Urbana, como imaginas,
ou os writers, tinham a oportunidade de viajar para outros países e de poderem produzir
e até ver as obras, e é diferente efetivamente, de ver as obras online,
de ver as obras ao vivo, ou poderes até trabalhar com aquele artista.
Portanto, de início a nossa ideia era muito essa, era podermos dar alguma opção
de trazer artistas internacionais cá, que alargassem realmente os horizontes dos artistas nacionais,
mas depois obviamente que era uma tentativa de cada vez mais afirmar Lisboa como uma cidade.
Internacional, ou no cenário internacional da Arte Urbana.
É um melting pot, eu acho que cada vez mais estamos aqui a ganhar os contributos de outras áreas
e isso tem sido um grande, acho que uma grande vantagem para aceitar-te,
porque realmente começas a perceber que há outras estéticas,
há outro tipo de resistos, há outro tipo de técnicas também que começam a entrar
e que renovam e revitalizam e acabam por dinamizar e mesmo estritar-te.
Em 1900, estamos com aquela sombra aqui nisto.
O grupo tem tentado evoluir, o primeiro dia não foi fácil, mas a partir daí acho que tem tudo tentado a ser,
mais ou menos tudo como previsto.
Não só é engraçado de se ver, como também de perceber as ideias que estão por trás das pinturas e das polições
e tudo que os artistas fazem.
Eu acho que é algo novo que está sendo inserido de Lisboa e não só.
Acho que o resultado final vai ser algo bem engraçado, vai ser umas imagens produsas
e é que eu pergunte.
Em meu caso a aprendida de imagem e iluminação e making of,
acho que os três de iluminação da aprendida de imagem tiveram excelentes,
o pessoal, a realização, a produção também, o de som.
Acho que foi um bom grupo, foi uma boa experiência, com grande tema, claro.
Já houve uma coesão do grupo muito interessante, estamos todos em nível da aprendizagem.
Relativamente ao Bupapel, que é diretor de fotografia, eu já tenho algumas bases de fotografia,
mas de tempos que mais divido, eu não tinha basicamente nenhum, mas por isso é muito interessante.
As mudanças de tempo, as diversas bandicionantes temos sido ao longo dos dias.
O documentário tem uma sensibilidade diferente e fazer um documentário é complicado,
nenhum de nós tem essa experiência anterior, o ritmo é completamente diferente,
a maneira de estar e de agir também é diferente.
Eu gostei muito de fazer as entrevistas aos documentários,
apesar de o documentário não se basear propriamente na palavra.
É muito complicado, quando você tem uma ideia,
às vezes não só fica fiscada com essa ideia,
e ao pensar que contar uma história sem palavras através apenas de imagens,
ainda fica mais complicado, porque não podemos utilizar uma personagem
para contar a história que nós queremos transmitir.
Nosso grupo tentou inovar um pouco aquilo que se estava mais habituado a ver,
que é o documentário clássico com experimentos,
e tentámos inovar dessa mesma forma, ou seja, retirando os experimentos,
ser um documentário muito mais visual.
Foi exigente, apesar de não fizermos uma planificação total do trabalho,
para além de ser um documentário também,
era um caso de expectativa do que tínhamos a apanhar,
que nós já tínhamos mandoção dos artistas que íamos apanhar,
para sabermos o que eles iam fazer.
Fomos-nos uma equipa que foi crescendo naquela semana de filmagens.
E fazem exatamente uma cena ali,
só que em vez de ter um trefo ao seu lado,
tentam encortar isso e fazem para frente.
Fique-se, ok?
A cena é em.
Vamos tentar não fazer builds nos trefos, ok?
A ideia é que nós escrevamos passando no nosso comentário,
frente-se basicamente com a gente cultural,
que tem existido na cidade de Lisboa, em termos de arte urbana.
Cada vez mais tem existido plantaformas e associações que promovem a arte na cidade.
Para isso era necessário recolher o máximo de contactos possíveis dos artistas
e das instituições que acabam por usar, por desapeiar.
Um dos maiores desafios que nós tivemos em produção foi
como é que agora vamos conseguir meter toda a gente nos dias que nós temos
e na quantidade de locais que nós temos,
porque nós filmámos em diversos locais.
Apesar do nosso local central ser Alcântara,
nós acabámos por ir para vários sítios.
Com algumas desvantagens tivemos relativos ao clima,
para não estar em chuva, que acabou por proteger.
Em termos de produção tivemos que tomar outras reedias aos projetos
e tivemos de trocar dias de gravações e assim,
mas foi tudo conseguido, foi tudo positivo, não ficou nada por fazer.
Tudo que estava no plano de rodagem foi cumprido.
O que estava no plano de rodagem foi cumprido.
O que estava no plano de rodagem foi cumprido.
O que estava no plano de rodagem foi cumprido.
O que estava no plano de rodagem foi cumprido.
