Uma mulher de 60 anos apresentou-se com dor no joelho direito, que se agravou após um acidente de automóvel em 1975, que resultou numa fratura do fémur direito e numa posterior artroplastia patelofemoral no joelho contralateral. Após a cirurgia, a paciente apresentou-se com uma boa estabilidade e sem dor, com uma abertura do espaço articular de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. A paciente foi tratada de forma conservadora com fisioterapia e com uma tala de joelho com fixação de tipo “merrow” (). A paciente foi reavaliada 2 anos depois com agravamento da dor, que começou a afetar significativamente as suas atividades diárias. A paciente tem um índice de massa corporal de 20. A sua história médica é significativa para diabetes e negativa para o uso de tabaco. A história médica da paciente é significativa para uma artroplastia patelofemoral no joelho contralateral. Após o exame, a paciente apresentou-se com uma marcha normal e tinha 5/5 força muscular extensora do tendão do músculo longo do bíceps, do músculo anterior da coxa e do músculo gastrocnêmio bilateralmente. A sensibilidade estava intacta ao nível do L1 até ao S1. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão e sem subluxação lateral da patela. O joelho estava estável com stress valgo e varo, com 1A Lachman e testes de extensão da perna. A paciente tinha uma sensibilidade significativa da linha articular média ao palpar, sem dor lateral ou anterior. Após a flexão, o tendão patelar subluxou lateralmente para fora da fossa troclear, aproximadamente 80°. A análise da perna contralateral não revelou anormalidades. A análise da perna patelofemoral foi realizada com uma boa estabilidade após a artroplastia patelofemoral. O tendão patelar da paciente estava intacto sem instabilidade. A amplitude de movimento do joelho era de 0-135°, sem atraso na extensão